quinta-feira, 18 de abril de 2013

ILHA DE MOÇAMBIQUE: Como eu a vi

Manuel Soares

Também eu  estive na Ilha de Moçambique.

Quem a conheceu jamais a esquecerá!


Tive essa sorte nos finais de Julho de 1970. Tinha a nossa Briosa (ainda um dia tentarei explicar este "apelido" da 2415...) completado 2 aninhos no dia 23, aniversário devidamente celebrado na sede da mesma em A. Enes com uma mariscada no restaurante da praia, não faltando a cerveja (Laurentina ou 2M ou Manica, sei lá!), como era da praxe, e de que se junta gravura da época!
Pois eu fui "convidado de honra" (à data  estava noutra companhia, a cart 2453 entretanto sediada em Nacaroa). E os camaradas tiveram a amabilidade de me proporcionar a visita a essa Ilha, cuja fortaleza era guarnecida por um seu destacamento, suponho que ao nível de secção.
Nesse tempo a Ilha era uma pequena maravilha. Estava (e continua...) ligada a terra por uma compridíssima ponte, cerca de três quilómetros e meio, com uma única faixa de rodagem: para facilitar os cruzamentos, existiam uns tantos alargamentos   espaçados de 400 metros, conforme as gravuras juntas, "roubadas" ao Google Maps.



Reparem no comprimento...
... e nas "baías" para os cruzamentos
 Era realmente uma ilha mágica, uma Babilónia de culturas e religiões: além das Igrejas e Mesquitas, também existia um templo Hindu. Autêntico museu, a Ilha, composta pelas chamadas cidade da pedra e cidade do macúti, é classificada como património da Humanidade.
Vale bem a pena uma pesquisa na NET para conhecer a sua história e a sua cultura, para lá remeto o prezado visitante, por mim apenas vou mostrar as fotos que aí fiz há 43 anos... mas ficam para o próxima mensagem!



1 comentário:

  1. Amigo Soares, Excelente texto, como sempre.
    Mas, já agora, não esquecer, também, por nunca ser demais, de verem uma reportagem da mesma Ilha, realizada pelo nosso free-lancer A.Castro(menu ao lado) em "VEJA O QUE MUDOU"! - As etapas da Missão de Saudade: Ilha de Moçambique.
    Kanimambo e Hambanine!

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