sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

GOSTEI...

Gostei e surpreso ao mesmo tempo. Eu passo a explicar: Quer se goste ou não da Cristina Ferreira, (eu próprio tenho a minha opinião) fui surpreendido hoje, por ter levado a Guerra Colonial ao seu programa da manhã através de dois camaradas nossos. É sempre bom ouvir-se falar na Guerra Colonial para não dar o prazer àqueles que não têm interesse em que se fale dela para que seja esquecida. Eu sei talvez, porque motivo eles não gostem que se fale dela, é que a guerra foi no tempo da outra senhora, no tempo da ditadura, uma guerra  que não teve qualquer sentido e como tal, para eles nós combatentes fizemos parte dessa guerra! Não entendem a circunstância nem o tempo em que tudo se passou e o seu contexto. Memórias e inteligências fracas de tais pessoas. Já que o canal que eles dizem ser do povo (que nós pagamos) gostam mais de falar (com o devido respeito que eles também nos merecem e que na altura também foram desprezados) da Grande Guerra, haja outros que o façam. Um dos nossos camaradas que falou no programa, apelou aos nossos governantes para que tivessem vergonha e ao nosso Presidente da República que fizessem algo por aqueles que ficaram sepultados e esquecidos pelo Estado Português, digo desprezados no meio do capim e que os seus familiares nunca puderam  fazer o seu luto, já para não falar daqueles que foram e já casados deixando filhos, eles hoje não tenham a possibilidade de pôr um simples ramo de flores sobre os restos mortais daqueles que foram seus pais. Obrigado Cristina pela lembrança que tiveste.
Já agora vou contar uma piada, sim porque só pode ser uma piada. Está a ser criado o Estatuto Do  Combatente. E a piada é esta: querem considerar que as doenças e deficiências dos Deficientes das Forças Armadas sejam de foro profissional. Então a guerra passou agora a ser uma profissão? Queres ver que agora todos andamos com esferográfica e papel na mão, então não era uma G3 que matava? Que eu saiba não havia secretárias e computadores no mato! E também não fomos deputados...

Não digo mais nada por hoje a não ser desejar  aqueles que tiveram como profissão a guerra 😁  e a todos em geral um óptimo fim de semana

       SANTA

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

MAIS UM ENCONTRO...

Assim foi! Mais uma vez, em Famalicão nos encontrámos para um belo repasto: rojões de sarrabulho à minhota! Escolha do nosso amigo Soares. E se estava bom! Foi mais um encontro a cheirar o Natal. Além do almoço, fomos visitar o monumento aos Heróis do Ultramar e ainda por ideia do Soares fomos também visitar a casa de Camilo Castelo Branco de que todos nós gostámos imenso. Foram momentos de agradável conversa e como de costume recordar algumas coisas do nosso passado de guerra.
Para descrever melhor este dia vão algumas fotos:









Foto de Camilo (grande escritor Português)

(continua)

Por hoje é tudo um abraço para todos

SANTA

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

O CORAÇÃO DOS HOMENS - (continuação)...

Não há dois corações iguais
Cada um sua personalidade
  Alguns mais sentimentais
Outros dotados de sensibilidade

Tantos dons Deus lhe confiou
  Emoção amor e sentimento
Fechado no peito no-lo entregou
  Pronto a palpitar cá dentro

   Os de pedra dura e forte
   São mais frios a decidir
Mas perante a vida e a morte
Não deixam missão por cumprir

   O corpo só é perfeito
Se estiver em boa condição
   E mantiver sem defeito
A alma a vida e o coração


Há quem tenha coração de amor
  Outros conforme lhes convém
 Alguns de sofrimento e de dor
E tantos que nem coração tem

Dos homens cruéis e impiedosos
     Dizem não ter coração
  Para descrever s bondosos
De bom coração, homem chorão

   Um manso e humilde coração
   De paz e de amor se alimenta´
   Pois bem, parecendo que não
A felicidade dos outros o contenta

Ai de mim sem coração
  Da vida o que fazia?
Sem a sua protecção
Nem sequer existia

  Ai coração! coração!
    Tão maltratado és
Caudal de sangue vermelhão
   Como um rio de lés-a-lés

O nome de amor e coração
   É de todos o mais usado
   Não há de certo coração
Que deles não tenha abusado

O meu coração podem crer
   Muito com a vida insiste
   Eu não preciso de o ver
   Para saber que ele existe

                                       FIM

  Com um abraço me despeço por hoje

                      SANTA






segunda-feira, 25 de novembro de 2019

O CORAÇÃO DOS HOMENS....

Quanto mais leio o livro do Carlos Silva mais aprecio o que era realmente a sua veia poética, veia poética de um rapaz simples e humilde mas também com espírito brincalhão.

   O CORAÇÃO DOS HOMENS

 O homem deve ao coração
    Quase tudo o que vale
 Por um dever de gratidão
  Nunca o deve tratar mal

     Será que o nosso coração
Por ser uma coisa tão bela tão boa
    Como jóia rara de estimação
É que Deus só deu um a cada pessoa

    O coração está doente
    Sem ele próprio saber
Não há coração que aguente
    Uma vida inteira a bater

Os que da sua terra abalaram
  Trouxeram-na no coração
    Outros, lá o deixaram
 Todos pela mesma razão

  Batemos com a mão no peito
Para dos pecados pedir perdão
    Todos procuramos o jeito
De atribuir culpas ao coração

Como é que um pobre coração
   Tanto consegue aguentar
   As lágrimas lhe dão razão
Sempre que os olhos ele faz chorar

Quem anda na vida assustado
 Por o coração o trair um dia
Será que com ele teve cuidado
Ou se esqueceu que ele existia?

  Quando o coração não acorda
 Nada mais dele podemos esperar
 Não é como o relógio sem corda
Que se lha derem volta a trabalhar

       O vinhateiro sensato e prudente
Não arranca a vinha depois de a vindimar
        Já assim não é a vida da gente
Que abandona o coração depois de explorar

  Meu coração fala para mim
Mas nem sempre me dá razão
  Ás vezes para dizer que sim
Tem primeiro que dizer que não

   Se de mim a tristeza se apoderar
E em ninguém encontrar consolação
   Não se riam se me virem chorar
   Debruçado no meu bom coração

  O coração de uma mulher
Se por ciúmes o homem deixa
  Dele faz o que bem quer
E ainda por cima se queixa

                                         (continua)
 Era assim o nosso companheiro da 2415. Com uma imaginação sem fim. Nunca podemos esquecer de um companheiro assim. O seu livro com quatrocentas páginas, diz tudo o que realmente ele era!

                                            Uma boa semana para todos

                                                               SANTA
  



sexta-feira, 22 de novembro de 2019

PEDRA - DE - ARA (continuação)

Continuação)
Só uma pedra, eu hei-de amar
Assim é que o poeta se queixa
Pois ela, nunca o há-de deixar
Como sua vida um dia o deixa

Quando a gente, da vida partir
E para sempre aqui vier morar
Aos que quiserem, vir a seguir
O que as pedras lhe vão contar

A pedra, onde a gente se senta
Ai que ninguém a menospreze
Pode dar em pia de água benta
Ou bica de fonte onde se bebe

Limpas ou de musgo vestidas
Fortes, robustas, rijas e duras
A todo o sempre, decorativas
De casa museus e sepulturas

E, há-de ser vista e apreciada
Por todos quanto passarem
Dirão eles, pedra abençoada
Que nunca deixou seu lugar

E tudo, tudo se transforma
Por obra e graça, do destino
Só mesmo a pedra, cá ficou
Foi tão natural como divino

Mas se não há pedras vivas
Porque se invocam no altar
Somos a voz nelas contidas
Se as enaltecemos, a cantar

Esse, que vive desesperado
Cantando, para não chorar!
Até beija as pedras do adro
Se quem ama, lá vir passar

Para amar ensinar e prégar
Eu, aqui a este mundo vim
Jesus disse: se Eu me calar
Falarão as pedras por mim

Sentado nela, eu descansei
Em cima dela me deitaram
E às abas dela me abriguei
Debaixo dela me deixaram

Naquele dia em que parti
Descurei eu os vendavais
E ao regressar o que lá vi
Só as pedras e nada mais

Pedra, se o pó te cobrir
O vento o há-de soprar
Se a lágrima em ti cair
A chuva, te há-de lavar

   E termina com Stº. Agostinho

        É na humildade que reside o poder. Os humildes são como a pedra: está no chão, mas é sólida. os orgulhosos são como o fumo: é alto, mas dissipa-se.

                                                                FIM
 Com o desejo de um bom fim de semana para todos, me despeço por hoje. SANTA

       






quarta-feira, 20 de novembro de 2019

PEDRA - DE - ARA (CONTINUAÇÃO)

Ora então, continuemos...

Ai se as pedras não existissem
Lá se ia a fama, dos escultores
Se elas falassem, ou sentissem
Que diriam dos seus agressores

Pois em mesas de pedras alvas
Deus abençoa, o vinho e o pão
E são pedras gastas e calvas
Que nos livram os pés do chão

Ao tilintar o cinzel e o ponteiro
Povoam de pedras este jardim
E pingando de suor o canteiro
 Será que esta não é para mim?

E,os epitáfios, em pedra rubi
Deram força, de fogo ardente
No mármore o que eu escrevi
É uma prece a Deus clemente

Aqui foi esta pedra colocada
Só em memória do seu dono
De fronte, de sua casa tirada
Para dela lhe fazer um trono

Olhem que não é justo dizer
Que as pedras nunca dão ais
Nós aqui nesta, podemos ler
Nossos irmãos, filhos e pais

Se as pedras não têm coração
Como conseguem elas amar?
Tão quedas prestam gratidão
A quem vida, não podem dar

Os tectos, em azul, celestial
Das igrejas em tom dourado
Pedras, são um bem imortal
D'branco sereno imaculado

Que tenham riqueza, prata e ouro
Casas, bens, terras que importa?
Se sou feliz sentado num tesouro
Na pedra que tenho junto à porta

Mas ai quantas pedras retiradas
De lá do seu meio físico natural
Em ruas e brasões, perpetuadas
Como hino, patriótico e imortal

Ó! Que toalha branca estendida
Como os passarinhos vêm do ar
E sobre ela, uma folha, pendida
Como quem marca ali seu lugar

Pois, esta última e nobre missão
De, revestir este campo sagrado
Em memória dos que aqui estão
Seja lá, qual for, o seu passado

Sempre que a terra é devastada
Por uma guerra cruel impiedosa
Lá fica, uma pedra, abandonada
Á inscrição, de história gloriosa

Esta pedra, assim triste e fria
Muito solidária com a saudade
Aquele a quem foi útil, um dia
Partiu de vez para a eternidade

                                      (continua)

  Daqui de Coimbra, mais um abraço para todos

                                    SANTA







segunda-feira, 18 de novembro de 2019

PEDRA- DE - ARA...

(continuação)

De palavras sentimentos e emoções
Uma vida inteira, assim se constrói
E, tudo parece, neste mar de ilusões
Feito de pedra, nem o fogo destrói

Depois d'uma guerra ou cataclismo
Lá ficam as pedras, para testemunhar
Como prova, de coragem, heroísmo
Pois elas hão-de o passado recordar

Quem quiser, o seu segredo confiar
Não há, como a pedra, pró fazer
Pois, a ninguém, ela o há-de contar
E, ficará bem guardado podem crer

Ai se os mestres artistas escultores
Não vissem pedras em toda a parte
E se não tivessem telas os pintores
Onde podiam eles mostrar a sua arte

A padrões estátuas e monumentos
Alguns transformados em entulho
Recordam esses outros momentos
Em que, da Pátria, foram orgulho

A morte, é um sono, tão profundo
Que dele já não nos deixa acordar
Não digo, que a vida deste mundo
Já não encontre vida, noutro lugar

As pedras sem vida não perecerão
Como acontece aos nossos corpos
Mesmo sem alma, amor e coração
Fazem ponte entre os vivos e os mortos

Digam as pedras com a nossa voz
A todos que aqui para elas olharem
Que inda aqui estão, restos de nós
Quando sob elas, nos depositarem

A morte está intimamente ligada
Ao sentimento, de vida do cristão
Pois assim é que nos foi ensinada
Esta forma, de tão nobre tradição

Este que aqui jaz em campa rasa
 Uma figura ilustre e desconhecida
Se não fizesse da pedra a sua casa
Era história para sempre perdida

A terra de pedras se deixou pisar
Não sei se por amor se por dever
Porque não me deixa ela respirar
Quando no seu sei, me acolher

Os presentes que não têm valor
São jóias, sem pedras preciosas
É, como a felicidade, sem amor
Dar perfume e guardar as rosas

Não há quem o ditado confirme
A dar na pedra, a água fura
Mas a casa feita em rocha firme
Sempre fica muito mais segura

Dizem bem, os nossos filósofos
Que, a água é, o sangue da terra
Que as pedras são os seus ossos
Como hoje é, já antes assim era

                                   (continua)

Para todos mais um abraço

               SANTA








domingo, 17 de novembro de 2019

E O CARLOS SILVA MAIS UMA VEZ...

Nunca é demais publicar no nosso blog algo escrito pelo nosso saudoso amigo e companheiro da 2415 Carlos Silva. Porquê? Pelas coisas que deixou escritas e que são desconhecidas de muita gente. E é por este motivo que ele faz parte do elenco do nosso blog. Esquece-lo, seria uma má decisão da nossa parte. Por isso, resolvi mais uma vez publicar no nosso blog um enxerto do seu livro com o titulo : PEDRA-DE-ARA. Derivado a ser muito longo, vou dividi-lo em diversas partes em que todos podem ir acompanhando.

                  Pedra-de- ara

O tempo, apagou a tatuagem da minha pele
O que escrevi n'areia, o mar,levou à frente
O vento, soprou e levou, o escrito e o papel
O que gravei na pedra, lá ficou para sempre

O evangelho faz à pedra, muita referência
Refere que era em pedra a Gruta de Jesus
Na rocha escavar sepulcros, era tendência
De facto da pedra, agora se vê muita cruz

O homem à terra chegou, viu-me e parou
Cá estava eu como estou, quieta a parada
Antes de partir, aqui, a sua marca deixou
Embora eu dele, não mais soubesse nada

Que se regue a semente, em terra lavrada
Com a chuva do céu, que de lá cai em fio
Assim a alma a Deus se apresente lavada
Como bem lavadas estão as pedras do rio

Ai que pedras, mórbidas, pálidas e frias
São, as que não desistem e permanecem
Não é só por darem tristezas ou alegrias
É porque não morrem, nem envelhecem

Se, as silvas mansas, contigo vierem ter
Que elas te protejam de coisas profanas
Ai cá de cima, em silêncio hão-de dizer
Que por baixo, existem silvas humanas

Os heróis de belas estátuas sumptuosas
De pedra são, imagens e santos do altar
Erguidas erectas, consagradas preciosas
Macias delicadas que só lhes falta falar

A natureza por ser um mar de bondade
É que ela, deu à terra, o poder de girar
Falar e pecar, tem Deus a humanidade
À pedra deixou o dom de ouvir e calar

Pois aqui sim, esta pedra repousada
Recorda quem de baixo dela descansa
Gritos e preces entoando em alvorada
Todos parecemos, menos a esperança

De força humana, d'alma e coração
Com o saber e arte a pedra esculpiu
Quem fala com duas pedras na mão
É porque falar de amor nunca ouviu

Jesus não precisou pra se alimentar
Nem de transformar pedras em pão
Pois, mas preciso eu, para O adorar
Que Ele transforme o meu coração

Se uma pomba branca, aqui pousar
Em sinal de pureza amor e verdade
Traga aí do céu quando por lá voar
A alma em paz, descanso e piedade

Homens da vida e da terra cansados
Na pedra descansam vivos e mortos
Sobre ela, ou debaixo dela, deitados
Todos, ali vão, repousar seus corpos

Pois é, um sagrado dever de gratidão
Esses dos filhos, honrarem, pai e mãe
E num coração de pedra, feito à mão
Escutem o bater, que do peito vem

                                            (continua)

  Por hoje é tudo. Com o desejo  de uma boa semana para todos me despeço com amizade

                                                         SANTA



segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Cheira às castanhas...

Pois é.Cheira às castanhas! Neste lindo dia de sol (pelo menos aqui na minha terra) desperta a vontade de comer umas castanhas acompanhadas de uma boa jeropiga.! Sendo assim, lembrei-me  de ir bater à porta do meu vizinho o Sr. António já conhecido à tempo atrás no nosso blog. Lá fui, bati á porta e lá vem ele com a mesma disposição de sempre: Olá Sr. Fernando, seja bem vindo! O que o trás por cá? Olhe Sr.António, (em tom de brincadeira) disseram-me que o senhor tinha uma boa água pé.É verdade? Já viu este lindo dia de sol? É dia de S.Martinho disse ele. Olhe Sr.Fernando, desta vez a minha água pé não saiu lá grande coisa, mas olhe, tenho cá desta vez uma jeropiga que é de arregalar o olho! Mas está com muita pressa? Vl logo o que ele queria. Não, tenho todo o tempo do mundo! Então disse ele, vamos aqui fazer umas brasas de cepas de videira e assar cá umas castanhas à minha moda. Ora vamos lá então, disse eu. Deitamos mão à obra e em pouco tempo estava preparado o que era necessário para assar as castanhas.
Depois de mais uns dedos de conversa, aí estavam elas loiras e quentinhas! Veio então a célebre jeropiga para a mesa e lá começamos o nosso magusto. De repente diz ele: então é as nossas mulheres? Também são filhas de Deus! Vá chamar a sua que eu também chamo a minha: ó Fernanda... anda aqui comer umas castanhas com o Sr. Fernando e a Olímpia (que é a minha mulher) e beber uma jeropiguita que está um regalo! E assim foi. A nós juntaram-se as nossas mulheres sem que o Sr.António em tom de brincadeira lá foi dizendo á mulher é á minha: bebam pouco que ela é danada para subir á cabeça! Se beberem muito  começam com a cabeça andar à roda e é o cabo dos trabalhos!! Voces tombam mais depressa que os homens!  E se as castanhas estavam boas e a jeropiga então...
As mulheres foram as primeiras que abandonaram o magusto e nós ainda ficámos a conversar algum tempo sobre diversos temas entre os quais a violência e o clima que nos preocupa bastante. Depois de algum tempo de conversa chegou a hora da despedida. Sr.Fernando: é assim que os amigos se entendem. Não vamos pedir nada de mais, que a gente  cá esteja para o ano com vida e saúde e as nossas mulheres também é que a minha água pé esteja melhor! E sempre que precise de alguma coisa que eu possa ajudar, aqui estou eu para as curvas!  Obrigado.Já sabe que dá minha parte também cá estou não só para as curvas como também para as rectas!!! Com risos nos despedimos não por muito tempo pois a distância que nos separa é curta e a gente vê-se quase todos os dias.
E é assim vida.  Dela só nos resta os bons momentos que passamos. Mas que eles sejam bem passados com amizade com todos aqueles de que gostamos, dos nossos amigos e família. De contrário....

Para todos, que tenham passado um bom dia de S.Martinho e a continuação de uma boa semana.

Um grande abraço: SANTA.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

DIA 1 DE NOVEMBRO...

Dia 1 de Novembro. Dia em que lembramos os familiares, amigos e companheiros que já partiram deste mundo, não podíamos esquecer os nossos camaradas da 2415 que também já nos deixaram e desejar que as suas almas descansem em paz. 

Encontrei no livro do nosso ente-querido Carlos Silva, um pequeno texto com o titulo:

                        "DEPOIS DO FIM, CONTINUA O QUE NÃO TEM FIM"

O destino, ou seja lá quem for que nos leva a vida, é como o vento cruel que não devolve a folha ao ramo da árvore depois de ter soprado e atirado ao chão. A Natureza que faz brotar a água da bica da fonte de cima para baixo sem não mais a devolver à nascente para voltar de novo a nascer,como o rio que tem sempre o mesmo local de partida e o mesmo local de chegada inclinada de cima para baixo é que assim todos os «os santos ajudam». O homem pode interromper o percurso mas não pode inverter a marcha nem conter totalmente a corrente mesmo que queira. Em relação ao sol por ser o único elemento da natureza em que o homem não pode chegar nada pode fazer para o impedir de nascer e morrer, e porque havia de o fazer se tem a certeza que isto está sempre a acontecer? Para que haja a noite  e o dia tem tem ele mesmo que nascer e morrer. Assim como a folha que nasce e morre uma só vez a água que nasce e percorre o seu curso natural  e morre no lago ou no mar como o rio uma vez nascido a morte é inevitável. A vida humana não tem o estatuto do vento, do sol e da lua nem o homem tem condição de poder dizer que a vida é sua. A natureza renova a vida naturalmente por si mesma. O homem renova-se através dos seus descendentes e é por isso que ele vive preocupado até ao fim, e, pergunta como será isto depois de mim? Pensando bem a preocupação maior é ter de se preocupar também com a vida depois do fim.
 Por fim!... Por fim: havemos de chegar todos ao fim da nossa era, acompanhados ou sós, ao fim da picada, ao fim de nós, ao fim da rua, enfim!... A vida é assim, mas por fim, antes o fim do princípio que o princípio do fim, pois sim, é o fim do fim, mas o tempo continua, porque esse não tem fim.

  Adeus até sempre/ convosco queria ficar/ mas nesta vida da gente/ não somos senhores de mandar

E termina assim:
                           Um ignorante pensador como eu, pouco instruído inculto e com o sonho iludido, se não fosse o coração que de Deus me deu, que ás vezes vê, ouve e fala, outras vezes fica cego surdo e mudo, e sempre que se cala, só pode ser por timidez, humildade, intimidade ou sensatez!...

  Espero que todos tenham um óptimo fim de semana.

                                                              Um abraço SANTA

                                            

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

DOMINGO EM COUVELHA

Por Amândio Batista


À entrada do seu estabelecimento...
No último domingo estive em Couvelha...
Aproveitando uma viagem a Anadia, avancei até Couvelha  e encontrei-me com o Claro.
 Não o via há 50 anos. Em virtude de uma recente intervenção cirúrgica, da qual ainda se encontra em fase de recuperação, fui encontrá-lo de canadianas. Apesar disso, estava bem disposto e apreciamos o momento. Gostei imenso de estar com ele e aproveitei a oportunidade para lhe falar sobre o nosso próximo almoço-convívio e de como gostaria que nos encontrássemos lá.
Não podia faltar ...

 Tomei a iniciativa das fotos, mas ele, orgulhoso de uma bela oliveira, que, entre outras, esta está junto da sua casa, fez questão de a mostrar a todos, pois está "carregadinha" de azeitonas.


A tal magnífica oliveira!

Um abraço.

AB




segunda-feira, 21 de outubro de 2019

ALELUIA .........

Por questão de coerência aqui estou, desta vez  para tirar o "quico" ao novo governo pela excelente e mais que justa ideia de "inventar" e pôr em prática uma nova secretaria de estado, chamada Recursos Humanos e Antigos Combatentes que, só por acaso, terá uma senhora responsável de nome Catarina Sarmento Castro. (Aproveito para esclarecer que não é da minha familia, que eu saiba!!).
Aqui no blog, por diversas vezes, expressei a minha indignação relativamente à desprezivel indiferença a que sempre foram votados os ex-militares da guerra colonial, normalmente através de discursos, ora de politicos ora de militares, nos habituais eventos bolorentos em que se obrigavam dar a cara. Era aqui, mais que em outros sítios, que a coragem lhes faltava para olhar frontalmente as centenas de milhares de jovens que deram a vida e a alma em troca de nada. E, por reconhecê-lo, surgiam os silêncios envergonhados. Acho que até ao dia de hoje. 

Assim, vamos ter de aguardar para ver o que vai acontecer. Sem nunca ter havido, ao longo dos tempos, qualquer luz ao fundo do tunel, é de toda a justiça que aceitemos a máxima de São Tomé. 
  
À parte, digo-vos que o teor da noticia, através das explicações do Senhor Primeiro Ministro aos jornalistas até me fez engasgar, pois ouvia-a enquanto almoçava, eram para aí 12h30.  E digo mais, em meu entender fez até questão de fazer um ar muito sério e "pesaroso" o que, aliás, vindo dum politico, pouco ou nada quererá dizer.                                                                                                                                              Será que é desta que o 10 de Junho também passa a ser da malta que ainda por cá anda? Além de todo o resto, claro..............




terça-feira, 15 de outubro de 2019

MAIS UM TEXTO...

Mais uma vez aqui estou! E estou cada vez mais confuso com o que se passa neste mundo. Fala-se muito da poluição, mas continua-se a poluir. Fala-se muito das alterações climáticas, mas continua-se a fazer pouco ou nada. Fala-se muito das guerras, nada se faz para acabar com elas. Por cá fala-se muito da violência doméstica, mas também nada se faz. Fala-se muito dos abusos sexuais, principalmente de crianças, o que se tem feito? Fala-se também em acabar com a pobreza, nada. Enfim! Tanto palavreado para quê? Para continuar tudo na estaca zero! Fazem-se tantas leis, para quê? A maior parte delas não se cumprem e nem à gente para as fazer cumprir. Hoje, como o povo costuma dizer: mata-se por dá cá a aquela palha! Vamos ver as notícias na televisão, é só horrores por este mundo fora que nos deixam estarrecidos. Já não basta o homem sofrer com os cataclismos que por vezes (e cada vez são mais) com que a natureza nos brinda. Acaba uma guerra, logo outra começa. Parece que o homem criou o hábito a não querer a paz a coabitar consigo. Ao acender-se um fósforo acende-se logo a caixa toda! Isto já para não falar nas guerras políticas que originam manifestações e com elas o mal estar nos países em que elas se desencadeiam. Com isto tudo, não sei de que paz fala o homem. Estamos a viver num mundo em que prevalece o ódio e o desprezo pela raça humana. O racismo (na minha opinião) está cada vez mais a aumentar. É ver os últimos acontecimentos. Não seria uma boa altura para o homem parar para pensar o que quer deste mundo ? O que quer deixar para as gerações vindouras? Que ensinamentos quer o homem deixar para eles, para que possam transformar este mundo num mundo melhor em que todos possam viver em paz? Tudo está a ficar muito complicado. A terra é como uma roda dentada que engrena em outra roda que é o homem, mas se o homem lhe vai partindo os dentes, ela deixa de engrenar e está tudo acabado! O homem ainda está a tempo de reparar os dentes que lhe faltam. Assim queira. Como alguém costuma dizer: Assim vai o País e o  Mundo!

Mudando agora de assunto. Encontrei um escrito que tirei  de uma revista (já alguns anos) que achei interessante, ilustrar o nosso blog com ele. Segundo o texto, foi escrito por um soldado desconhecido:

 Eu fui aquilo que os outros não quiseram ser.
 Eu fui onde outros tiveram medo de ir
 realizei feitos que os outro não quiseram cumprir.
 Eu não peço nada daqueles que nada dão
 e aceito relutamente  os presentes de solidão eterna.
 Eu já vi a face do terror;
já senti a dor fria e contundente do medo;
e já saboreei o doce sabor de momentos de amor.
Eu sacrifiquei, sofri e rezei...
mas acima de todas as coisas,
eu vivi intensamente tempos que outros, 
cobardemente e injustamente, querem esquecer.
Pelo menos, qualquer dia serei livre
para dizer o quanto estou orgulhoso do que eu fui.

 É interessante. Há aqui uma parte que se ajusta aos tempos de agora: Que outros cobardemente e injustamente querem esquecer.

 Sendo assim, termino por hoje desejando a continuação de uma óptima semana para todos.
Agora vou estar ausente alguns dias, deixando aqui um grande abraço para todos.

                                                              SANTA

sábado, 12 de outubro de 2019

DIZIA ASSIM...

Dizia assim o nosso amigo Carlos Silva, falando sobre o mês de Outubro.

OUTUBRO: O tempo de todas as colheitas e recolheitas, clima de outono tempo de pagar a renda ao dono quem tem terras de renda, reabastecer o lenhal com lenha suficiente para passar o inverno começar por fazer boa reserva de mato no pátio para as camas do gado que com frio sem água na pia e a manjedoura vazia não criam bom cabelo.

O milho que em grão é semeado/em terra lenta à leiva virada/sem a charrua a grade e o gado/não havia sementeira em terra lavrada

Desbastado adubado e sachado/cresce o calo a folha alarga/nem palha dá se não for regado/e o lavrador espera colheita amarga

Adubado e semeado em boa cama/cresce verde esbelto e feliz/gosta muito de sol na rama/e água com abundância na raiz

Mas se o ano e o tempo ajudar/há pasto e milho abundante/vento e sol para o secar e limpar/não há palheiro e arca que aguente

A melhor época do camponês/é o outono tempo das colheitas/ao chegar a nossa vez/é de esquecer enfados e maleitas

Diz o patrão satisfeito feliz e contente/vamos todos fazer agora a adiafa/com azeite novo e broa quente/ e abrir a mais velha garrafa

Dizem que a descamisada/ dá sorte à rapariga/que encontrar a espiga arroxeada/ ao desfolhar a camisa da espiga.

Acabamos todos de descamisar /e lá começa a brincadeira/pois namore quem namorar/quem paga é a palha da eira

Ai não há melhores ceifeiros/e tão bem dedicados como os meus/enchem-me de milho os celeiros/com o suor do rosto e ajuda de Deus


 Carlos Silva era o "pensador" da 2415. Já em Moçambique, tinhas ás vezes frases que nos deixavam a nós a pensar e dizer muitas vezes: O Carlos é um granda maluco! Mal sabíamos a tua inteligência para este tipo de escrita. Só lendo o teu livro é que podemos ajuizar realmente o que tu eras.

                                     Onde quer que estejas, pensa em nós que nós pensamos em ti com saudade.

                            Um grande abraço para todos e um óptimo domingo

                                                                SANTA







sexta-feira, 11 de outubro de 2019

FOTOS DO AMÂNDIO BAPTISTA...

            Estas fotos foram-me enviadas por ele para publicar aqui no blog. Sendo assim, aqui vão.




Parece serem do nosso último convívio. São? Já agora diz alguma coisa!

Um abraço

SANTA

domingo, 6 de outubro de 2019

HOMENAGEM...

Depois de alguns dias passados da despedida do nosso camarada da 2415 CARLOS SILVA, vamos aqui em jeito de homenagem, publicar mais alguns escritos do seu livro publicado em Maio de 2013 "AS CORES QUE A VIDA TEM".
Vamos começar pelo primeiro: Num diálogo de cortesia

Afinal você o que é que come/que tão bom aspecto tem/do que colho da terra mato a fome/
e da sopa feita à moda da minha mãe

Qual é o segredo afinal/que o faz com a vida estar sempre bem/o ano passado estava tal e qual/
nem parece a idade que tem

É do vento e do sol todo dia/a mesma receita de sempre/de manhã lavar a cara com água fria/ e à noite os pés com água quente

Todos os anos metia um porco na salgadeira/criei os filhos com broa e sardinha/ensinei-os a sentar à mesa direitos na cadeira/e a terem cuidado com as espinhas

Fui sempre assim como ainda sou/nunca fiz por nada o que não fosse meu/ o dinheiro nunca
me faltou/porque nunca me prometeu

Gostava de caminhar ao luar/até os grilos me convidarem a deitar/depois de cear e rezar/
tinha de manhã o galo para me acordar

"Deus Pátria e Família", altos valores da espécie humana/todo o cuidado é pouco/ com quem não
assume que é louco/quando tais valores difama

Quem a sua pátria renega/não se comporta como gente/não molha os pés na água da rega/
falam mal da sua terra orgulhosamente/é porque não a ama verdadeiramente

Queixam-se do antes e do depois/das vacas e dos bois/dos três e dos dois/até deles próprios e da gente/por detrás e pela frente/ próprio de quem não houve a razão/não sente o coração/ de quem não tem gratidão/ou de quem está doente

Os que saem da sua terra sem olhar para trás/ nunca a amaram o suficiente/pra quando dela se está ausente/saber o que a saudade faz/a quem a houve e a sente

Agora só me sinto bem/destes portões para dentro/de verão a sombra do alpendre aqui me tem/
de de inverno o lume na lareira ´e o meu entretenimento

Falar da nossa gente assim/com gratidão e prazer/é falar também de mim/como se tratasse do mais nobre dever

Duma enfermidade convalescente/por isso esta visita lhe fiz/responsável terno e consciente/agradeceu e disse: nunca fui tão feliz

Trocamos um forte sorriso/e um sincero aperto de mão/às vezes a despedida de um amigo/ é que nos corta o coração

Um comprimento de cortesia/um copo de vinho d'praxe/pôr um pouco a conversa em dia/enfim, um bom momento de relaxe
   ===================================================================
Por hoje é tudo. Não se esqueçam de ir votar. Ainda têm tempo! Só assim podemos ter voz activa! 

                                             Continuação de um óptimo Domingo.
                                                                Um abraço
                                                                   SANTA

            






domingo, 29 de setembro de 2019

INFORMAÇÃO...

Só para dar parte, que estive presente ontem (dia 28) no funeral do nosso camarada da 2415 CARLOS SILVA em Montemor -O-Novo. Estive com a família a quem dei os  mais sentidos pêsames em nome de todos os camaradas da 2415. Não foi fácil. A mesma com emoção, enviou o mais sentido agradecimento a todos da 2415.

                              Que o nosso amigo Carlos Silva, Repouse em paz.

                                                              SANTA

TERMAS: UMA OPÇÃO SAUDÁVEL


(OU O QUE ANDA O BAPTISTA A FAZER, AGORA QUE ALGUM MATERIAL DE GUERRA ESTÁ EM BOAS MÃOS…)



No Balneário
Há cerca de vinte anos que eu não frequentava um balneário termal. Antes, durante cerca de duas décadas, frequentei várias estâncias termais, inicialmente com maior incidência, na região de Entre-Os-Rios. A utilização de águas termais sulfurosas é excelente para problemas do foro reumatológico e das vias respiratórias. Eu obtive ótimos resultados. Este ano, na primeira quinzena de Setembro,  voltei aos tratamentos termais, destas vez nas Termas da Sulfúrea, em Cabeço de Vide.



Os benefícios, só se obtêm mais tarde, mas espero continuar nos próximos anos, pelo menos mais dois ou três. Para aproveitar conhecer mais ou melhor outras zonas, estou a pensar para o próximo ano, em Unhais da Serra ou Caldas de Aregos.

Alguém me quer acompanhar?

Um abraço. 

Amândio Batista


sexta-feira, 27 de setembro de 2019

HOJE DIA TRISTE...

NEM SEMPRE PODE HAVER DIAS ALEGRES. HOJE FOI UM DIA EM QUE A  C. CAV2415 NÃO SENTIU ESSA ALEGRIA POR TER FALECIDO UM UM GRANDE CAMARADA E DIVERTIDO AMIGO. FALECEU  O CARLOS SILVA . NO NOSSO BLOG, TODOS SE LEMBRARÃO DELE PELAS POESIAS E PROVÉRBIOS PUBLICADOS. A 2415 E O NOSSO BLOG, ESTÁ DE LUTO.
DAQUI, TODOS OS CAMARADAS DA 2415 DESEJAM A TODA A FAMÍLIA EM GERAL OS MAIS SENTIDOS PÊSAMES E QUE A SUA ALMA DESCANSE EM PAZ. PELA NOSSA PARTE NUNCA TE ESQUECEREMOS GRANDE AMIGO.




                                            PELA  COMPANHIA DE CAVALARIA 2415

                                                                              SANTA


quinta-feira, 26 de setembro de 2019

ORA VAMOS LÁ...

É mesmo. Depois de ontem ter relembrado a chegada da 2415 a Lisboa vamos então acabar com a nossa viagem ao Douro. Depois da viagem no comboio histórico, partimos no Domingo de manhã com destino à quinta da "AVESSADA". Uma viagem deslumbrante sempre ladeados pelos socalcos verdes derivado ás videiras que bem alinhadas torna a paisagem extraordinária. Depois de algum tempo, passamos pela vila de Favaios (conhecida pelo seu moscatel) a caminho da quinta da Avessada. Por uma estrada estreita, por onde só os bons motoristas conseguem passar, lá chegamos à quinta. Uma quinta discreta mas com um pequeno museu todo ele bem feito, sobre a cultura vinhateira duriense. Quando chegámos, fomos recebidos ao som do acordeão e também por alguns caninos, e com uma prova do vinhos de "Favaios". Depois, por um jovem guia muito simpático, fomos visitar o museu seguindo-se depois o almoço. Novamente ao som do acordeão, e com algumas explicações pelo meio, lá começamos o almoço. Diga-se de passagem, que belo almoço! No fim, compraram-se algumas garrafas de vinho e preparamos a saída com a lindíssima descida para o Pinhão sempre por uma estrada cheia de curvas que a tornavam mais bela para as paisagens que a circundavam. Depois de atravessar o Rio Douro, então sim, começou a viagem até à lindíssima cidade de Viseu onde tivemos uma paragem e depois rumo a Coimbra. Para todos aqueles que neste passeio participaram ficaram rendidos as belezas do mesmo.

 Vamos então às últimas fotos:


Também estavam à nossa espera...







Seis aspectos da quinta...


Recriação da pisa das uvas...


Uma prensa. Servia para prensar as uvas...

Uma das muitas esculturas espalhadas pela quinta...



Dois aspectos do almoço...


Um aspecto da visita ao museu da quinta...



A estrada de que falei com pouco mais de um quilómetro...


Fonte no centro de Viseu...

Espero que tenham gostado e despeço-me por hoje com um grande abraço e o desejo de um bom fim de semana.

SANTA

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

25 de Setembro de 1970

NESTE DIA CHEGÁMOS A LISBOA !!! 

O Pátria


" Hino" do regresso:

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(direitos muito reservados!!!)                       

Neste aniversário da nossa chegada à "metrópole",  proponho-vos ler a história do navio que nos trouxe de Moçambique até Lisboa, sãos e salvos, no interessantíssimo "site"  RESTOS DE COLECÇÃO (é só "clicar" aqui)

E que tal visitar, no mesmo "site", a "biografia" do Vera Cruz, que nos levou para Moçambique ?

Boa Navegação!