=====> *** Veja AQUI a saudação de Natal do Nosso Comandante *** <====


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quarta-feira, 14 de abril de 2010

POBRE ELEFANTE!





Quem se lembra desta história? Tudo isto se passou a caminho de Chala. Lembro-me vagamente (embora estivesse lá como a foto documenta), que tudo isto teve origem numa luta entre eles (Elefantes). Quem está com o machado na mão e o outro camarada que está atrás de mim, não sei quem é. Quem está de costas é o nosso camarada de saudosa memória (Joaquim Maluco) que infelizmente já não está no meio de nós. Era este o nome com que foi baptizado na companhia por ser um condutor destemido, a picada para ele era como se fosse uma auto-estrada! Também não sei qual foi o caminho que os dentes levaram, o que eu sei é que o ambiente não era nada bem cheiroso!


Quem souber mais alguma coisa, pode contar.



Estamos no dia 13 de Maio. Faltam três dias para acabar as inscrições para o almoço da nossa companhia, e o Santa encontra-se neste momento preocupado pela baixa adesão ao mesmo. Sinto-me um pouco triste ao constatar que muitos camaradas que têm sido assíduos aos convívios anteriores, desta vez não dão acordo de si, nem para dizer não posso ir. Excepto três camaradas. Não sei o que se passa! Será o PEC? Tenho a impressão que não. Coimbra que fica tão perto da maioria da malta! No ano passado foi no Algarve esteve tanta malta, e porquê agora tão poucos! Aceitei de boa vontade fazer este convívio para ter o prazer de estarmos todos juntos, estou decepcionado!!! Pergunto mais uma vez: O que se passa? Para quem está ainda indeciso pode inscrever-se até ao dia 21, consegui mais uns dias. Vamos lá camaradas. Surpreendam-me! Paulo, Morgado, Miranda, Braga, Magalhães etc. etc. etc. Já o nosso Site está cada vez mais pobre, dá-me a impressão que está a “secar”, pela parte que me toca quero ver se isso não acontece.

Cá fico à espera. Para todos um abraço do Santa.




 Para que ninguém se perca, aqui vai a última parte do percurso, a partir do "Portugal dos Pequenitos" até ao "Observatório" (conforme sugerido no croquis do Santa). Clique para ampliar... e 

INSCREVA-SE JÁ !!!


Tlm  939440799

Fernando Geraldo Marques Santa

R. 25 de Abril, 344
S. Martinho do Bispo
 3045-163 COIMBRA





sexta-feira, 9 de abril de 2010

“FARINHA NA PICADA”

Por: F. Santa

Sobre a nossa estadia em Moçambique, muita coisa haveria para escrever se todos tivessem um pouco de vontade de participar no nosso “Site” e por palavras simples contar as peripécias que lá se viveram, pois só para dois ou três torna-se difícil mantê-lo activo.

Estou agora a lembrar-me de um episódio que se passou na picada entre Lione e Chala, que bem se podia dar o título: "De Negros passaram a Brancos”. Íamos fazer uma coluna entre estas duas localidades, tendo já nesta altura a Berliett completamente cheia com víveres e nós, veio alguém dizer que era preciso levar para Chala quatro sacos de farinha, mas os mesmos já não cabiam na Berliett. Foi então que o “Joaquim maluco” (de saudosa memória) teve uma ideia genial! Atrelar á Berliett um atrelado que pertencia a um jipe, para transportar os ditos sacos de farinha. Assim se fez. Depois de tudo concluído e para completar a carga, foram empoleirados em cima dos sacos de farinha quatro habitantes da aldeia do Langa que queriam ir para Chala. Depois de algum tempo de viagem a uma velocidade à Chico Maluco, deu-se o inesperado. Havia um grande buraco no meio da picada. Como a Berliett era mais larga de rodados, o buraco não causou qualquer efeito, já o mesmo não se passou com o atrelado do jipe, pois a largura entre rodados era mais estreita. O que se passou? É que o atrelado acertou em cheio no buraco dando uma cambalhota espalhando farinha para tudo quanto era lado! O resultado foi hilariante. Os Negros  ficaram brancos. Depois de sabermos que nenhum deles se tinha aleijado, foi a risada geral perante tal episódio! Depois de tudo recomposto, iniciamos viagem sem outros contratempos. Chegados a Chala, este assunto foi conversa durante algum tempo para gáudio de todos.

      Camaradas. O dia 1 de Maio está a chegar. Não me desapontem. Espero por vocês embora reconheça as dificuldades que hoje existem. É mais um sacrifício, mas desta vez é daqueles que vale a pena, não me desapontem! Já fomos audaciosos, que o sejamos agora também!

 

                        Cá fico à vossa espera!
                        Um abraço para todos do Santa.
                     

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A RAPAZIADA EM LIONE E CHALA

(Por: A. Paulo)

 

 


A fotografia em Lione foi tirada frente à cantina do Langa e a fotografia em Chala representa o trabalho de “sapa” no nosso aquartelamento.
      Em destaque, além da minha pessoa com uma pá na mão, o Conceição, o Borrego, o Afonso, o Lindeza, o Silva e finalmente o Chora.
      Um abraço do Paulo.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Namoradas

Parece-me que este blog está virgem no assunto das namoradas que tivemos, algumas das quais certamente não eram exclusivas de um ou de outro, mas como quase todos éramos de mentalidade muito liberal, avançadíssimos, para aquela época, ciúmes era coisa que me parece que não havia ou eram em pequeníssima dose!
Mas a verdade é que as namoradas existiram, nunca foram invenção e até aliviaram muitas angústias, umas existenciais, outras não………Pelos diversos locais por onde passamos, excepto talvez durante a estadia em Luatize e em Valadim (Macaloge), houve sempre muitos amores. Entre velhos papeis fui encontrar algumas fotografias de alguns dos amores que tive, se calhar tivemos, já que a exclusividade era princípio de difícil aplicação. 
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Lembram-se das instalações sanitárias em Chala? Frequentemente o Rio que passava próximo, que se transformava em local de banho, higiénico e não só ……..! Pois foi aqui que encontrei esta amiga, logo nos primeiros dias de permanência naquele paradisíaco local. Já lá vão umas décadas!
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Sempre em Chala…………………….onde certamente muitos de nós ainda se lembram das “novidades” que poderiam vir do território vizinho, o Malawi, onde imperava um tal Mister Charles, que sendo agente da autoridade era simultaneamente um belíssimo e insaciável apreciador de “Laurentinas” (estou-me a referir à cerveja…………nada de confusões!).
Em Lione, as noitadas eram diárias, com o Sargento Carvalh(ão), de boa memória e grande companheiro, deliciando-nos com fados, na Cantina do Langa, como aperitivo às incursões que normalmente se seguiam no nos diversos locais de diversão aí existentes. Como tudo se passava a horas tardias, penso que não haverá muitas imagens e eu pela parte que me toca, não tenho nenhuma. Abreviando, seguiram-se momentos menos agradáveis em Luatize e Tenente Valadim, em que a diversão esteve um pouco ausente; quem ficou em Vila Cabral, agora chamada Lichinga, enquanto a maioria estava lá para Luatize e depois Valadim é que poderá contar os seus amores…..
Até que, milagre dos milagres, a “Briosa” teve ordem de marcha para António Enes, agora Angoche, responsável por um território que se estendia da Ilha de Moçambique, a norte, até Savara, a sul.
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Quem não se lembra do Inguri, em Angoche/António Enes????? Éramos muito conhecidos nesta zona e quando este maravilhoso veículo, deixava as ruas asfaltadas da cidade e em grande velocidade se dirigia para a saída da zona urbana………aí estavamos nós em pleno Inguri, local de tantos e tantos românticos amores……………. lembro-me até de uma vez ter estado em amena conversa com com uma Maria ou Fátima (os nomes mais comuns) discutindo o que era a Democracia, assunto de um livro editado em Lisboa……Passou-se isto em 1970……
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Inguri……………..
E………………. chegamos à Ilha de Moçambique………………

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O calor, a beleza da Ilha, as cores e os amores, tornaram esta passagem por um dos locais mais importantes para a nossa história, como um autentico sonho, e  onde já os nossos antepassados navegadores sempre paravam, para entre outras coisas………………..se reabastecerem de água!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Das águas do Chala... aos pastéis de Belém!

(Por :   F. Santa) 

    Olá Camaradas. Como foi essa passagem de Ano? Espero que tenha sido boa!
Continuação de um bom ano para todos. 


          
         A primeira fotografia mostra uma pausa na guerra tomando banho no rio que atravessava Chala. Logo na parte de cima ficava o nosso destacamento com umas vistas fantásticas para este rio, qual hotel de cinco estrelas!
Era deste rio que vinha a nossa água (pura e cristalina!) para a nossa alimentação e não só. Como podem ver, os nossos banhos eram reconfortantes e derivado à água ser da cor do barro, era como se fosse um elixir para a nossa pele! Não me lembro dos nomes destes dois camaradas que me acompanham, se alguém souber diga. Que têm estilo lá isso tem! Foi aqui em Chala que eu tive a experiência do que é ser “Vago Mestre”, (julgo que é assim que se escreve), mas que experiência mais horrível. Começando pelas instalações onde eram armazenados os géneros alimentícios com aquele ar condicionado e um sistema de frio espectacular, nada se estragava! O chão, que era cimentado (digo eu), também não deixava apodrecer as latas de conserva! E depois? Vinha o racionamento de tudo, pois o que havia tinha de chegar para um certo e determinado número de dias, era racionado os alimentos e o gasóleo para o gerador, se me lembro, acho que só podia trabalhar de vez em quando.
        A segunda foto, mostra o autor do emblema da nossa companhia. Como já disse, ele foi feito num ambiente muito especial, talvez por isso saiu assim. Alguém fez outros, mas foram derrotados à partida (acho que o Soares é que sabe da História) e dos três que eu fiz foi escolhido este. Acho que foi influência da loira da leitaria, que eu sinceramente já não sei se na altura o emblema era giro ou se era a loira que era gira! Boneca era ela. Ainda me lembro de ter ido com ela passear, (atenção passear) para o padrão dos descobrimentos e depois ir aos pastéis de Belém. Aqui tive sorte, não tinha dinheiro e foi ela que pagou. Era assim a vida de um militar!
              Por hoje é tudo, mais um retalho da nossa vida militar. Um abraço para todos.

                                                                                                    SANTA


domingo, 8 de novembro de 2009

AEROGRAMA com 41 anos...


Chala, 9/11/68

(...)

  Estou a escrever um pouco à pressa no café "Planalto" em Vila Cabral, onde vim buscar correio e víveres. Como podes ver pela data, desde o dia 4 do corrente que estou em Chala com o meu pelotão, mesmo na fronteira do Malawi (a cerca de 30 metros...), e a perto de 80 km de Lione e quase outro tanto de Vila Cabral-
Por aqui já houve uns ameaços de chuva, o que é uma grande coisa, aparte a chatice que traz por causa das picadas que se tornam quase intransitáveis.
Quanto a turras, a situação continua na mesma.
Por agora termino (escrevi este aero em menos de 5 minutos) porque ainda tenho muitos assuntos a tratar aqui em Vila Cabral e tenho de regressar ainda ao Chala, com um "Unimog" velho e ferrugento que qualquer dia me deixa ficar a meio do caminho...
(...)

terça-feira, 13 de outubro de 2009

A ADMINISTRAÇÃO EM CHALA

(Por A. Paulo)  
Atenção às fotografias !




     Quem se lembra do nome do Administrador de Chala?... E do nome do policia que está ao lado do Paulo e do Moreira?...
     Então vamos lá avivar a memória. Em primeiro plano, cabo verdiano de nascença, temos o administrador Correia Pinto. Ao lado e encostados ao pára-brisas da berliet, a minha pessoa, o furriel Martins e o Pais. Atrás, na segunda fila, temos o Olhanense, o Mareco e o cabo Mestre. Mais ao fundo o Romanito e o Graça, mais conhecido por “Asinha”. Tenho um gravador fantástico na minha tola, não acham?... Por sorte a tinta de esferográfica que escreveu, há 40 anos, os nomes no verso da fotografia ainda está visível.
     Mas, fotogénica, fotogénica está a nossa berliet MG-44-84, certamente a única que estava operacional na altura e na qual “gozamos” algumas horas com o cu tremido.
     O administrador era um durão com o pau na mão e o polícia que se chamava Pissarra, era muito “obediente” ao chefe. E mais não digo.
     Estes gajos, acompanhados dos seus milícias, rebentaram connosco quando fizemos a primeira operação a nível de companhia dentro do Malawi. Bolas...., que estafa.
     Ressalta aqui a boa colaboração que tínhamos com os referidos elementos, especialmente no fornecimento de patos, que o cantineiro Paulo cozinhava muito bem com caril, regados com umas boas bazucadas.
     Já  agora, quem foi o soldado que vendeu ao policia Pissarra por 1.000$00, o dente do elefante que estava morto perto da picada para Chala?...

     Um abraço do Paulo  

 .

sábado, 10 de outubro de 2009

“RETALHOS DE GUERRA”


(Por F. Santa)
A nossa memória já  não é aquilo que era, especialmente a minha que já  tem muitas falhas mas mesmo assim cá me vou lembrando de algumas proezas e acontecimentos.   Lembro-me agora, daquela célebre patrulha feita pelo meu pelotão desde Lione a Chala: Partimos de manhã cedo depois de nos equiparmos com as devidas rações de combate (que era a especialidade da casa) e do armamento de primeira qualidade como por exemplo, levar a “Basuca” que estava avariada  não disparava sequer, mas levava-se para fazer de conta e meter medo aos “Turras”. Lá partimos todos em fila indiana mato fora á procura de umas palhotas que existiriam no percurso e que segundo informações era habitada por terroristas. Á frente ia um batedor africano que mais ò menos nos indicava o caminho. A certa e determinada altura, ele manda parar baixa-se, põe um dos ouvidos no chão e diz: É já ali! Pois é, foi quase um dia para chegar ao local e encontrar ainda mandioca quente e nada mais. Chegámos tarde. Já sem água nos cantis lá continuámos o nosso caminho para Chala. A sede apertava. Eis que aparece um pequeno rio mas para desespero nosso não levava água, foi então que alguém do grupo descobre umas pegadas de elefante no leito do rio em que nelas se depositava alguma água, com as mãos conseguimos beber e soube tão bem como de cerveja se tratasse. Cai a noite e a dificuldade aumenta, a noite está escura (o que não era muito usual) e o trilho era difícil de encontrar, quando demos por ela estava-mos perdidos e segundo cálculos feitos em cima do joelho, já tinha-mos ultrapassado a fronteira para o Malawi. E agora? O milagre aconteceu, o gerador do Chala que não trabalhava todos os dias naquela noite trabalhou e ao longe lá se ouvia o “ta-ta-ta-ta-ta”da nossa salvação sendo a partir daqui a nossa orientação. Estava-mos quase a chegar e eis que o amigo Santa cai dentro de um buraco mas não me aleijei pois o dito buraco estava devidamente forrado por “Feijão Macaco”, suado da caminhada e cansado foi um final de etapa apoteótico. Resultado, tive que apanhar um banho de terra antes do banho de água receita do então administrador do posto de Chala.

Termino aqui o meu primeiro retalho de guerra, outros se seguirão. Fico contente pelo meu amigo Artur ter voltado e cá fico á espera do bendito “Galo”. Mais uma vez deixo o meu apelo para que todos os nossos camaradas entrem em contacto connosco. Onde está o Madureira o Afonso o Braga o Miranda e tantos outros? Apareçam! Estou convencido que as tirinhas de papel que foram dadas no nosso último almoço no Algarve com o nosso endereço, a maior parte perderam-nas e a única possibilidade agora é no envio de cartas para o próximo convívio.

 Por hoje termino enviando um abraço para todos.

                                                                                                       
                                                               Ex. furriel Santa 





terça-feira, 29 de setembro de 2009

MEDLEY DA GUERRA

(por F. Santa)       
  
Começo este “medley” da guerra com uma pergunta: Onde estão os nossos camaradas? Onde estão essas histórias para contar?

Vou então começar pelas vésperas do embarque. Uns dias antes eu o Quintino e mais dois que agora não me lembro, fomos para o presunto e vinho verde lá para os lados do “Caramanchão” d`Ajuda e de seguida para o “Intendente”.De regresso, apanhámos o eléctrico para a Calçada d'Ajuda, era o último só com quatro passageiros que éramos nós. Como se lembram o eléctrico parava no cimo da Calçada e não vinha para baixo, pois não havia linha, mas o Quintino queria que o eléctrico viesse a Cav.7, tendo mesmo parado algum tempo até se resolver o problema: vir a pé. Era a força do Verde!

Na véspera do embarque fui fazer a despedida para o “Ritz” com uns colegas que estavam em Lanceiros 2. Resultado: uns copos a mais e a chegada a Cav.7 já fora de horas e ser o último a chegar ao local de embarque.

Agora já no barco, lembram-se daquelas aulas de ginástica? E daquele célebre conjunto que tocava quando do almoço? Pois é: éramos uns músicos! Em Vila Cabral quem se lembra do Café Planalto e de alguns bons bocados que lá passámos? E dos “Monhés”? Aquele que tinha as duas filhas e uma delas a “Faradiba” ou “Faraida” já não me lembro bem, que era feia e o pai dava um bom dote a quem casasse com ela? Do célebre restaurante “Coelho” onde se comia um bom frango de churrasco? Daquela célebre patrulha do terceiro pelotão que se perdeu, andou por terras do Malawi, acho que é assim que se escreve, e que só o som do motor do gerador de Chála é que nos salvou? Do Norberto que ia cantar fados de Coimbra para o posto de vigia do lado do rio em Chála? Pois é. A minha memória já é muito má para recordar estes episódios ao pormenor, por isso deixo aqui muito pano para mangas para camaradas nossos entrarem em contacto e bem ó mal como eu desabafarem! Vamos a isso. Abram o vosso baú das memórias, não podemos morrer no tempo, escrevam !

Depois de tanto escrever, não podia deixar de prestar uma homenagem ás nossas mães, que tanta influência tiveram enquanto combatíamos dedicando-lhe este poema de Rosa Lobato Faria:

INESGOTÀVEL CORAÇÂO.

Nas agruras do mato
Sob o olhar da morte
O teu retrato, mãe
É que me dava sorte

Era a tua lembrança
Que me dava coragem
E a esperança tinha, mãe
A tua imagem

Quem me salvou a vida
Foi a tua oração
E a batida, mãe
Do teu inesgotável coração

Agora a minha luta
É este dia a dia
E é o teu rosto, mãe
Que me alumia

E pecador que sou
Se um dia entrar nos céus
Saudoso dos teus braços
São os teus olhos, mãe
Que hão-de guiar os meus
A dar, na mão de Deus
Os meus primeiros passos.


Olá Artur! Por onde andas tu?
Um abraço para todos do Santa.


.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

DESCUBRA AS SETE DIFERENÇAS

(Enviado por Ant. Paulo)



CONCORRA AO PASSATEMPO E GANHE PRÉMIOS!!!
Os “desenhos” acima parecem iguais, mas têm sete pequenos pormenores que os que os diferenciam.
Concorra e habilite-se a ganhar uma cerveja BAZUCA geladinha, ou seja,
-UMA LAURENTINA, com um pires de moelas em caril, de Vila Cabral
ou
-UMA 2M, com um pires de camarão, de António Enes.

Envie um aerograma com uma quinhenta (valor já acrescido do Iva à taxa legal) para a sede do signatário, com os resultados encontrados e aguarde o sorteio.
Quantos mais aerogramas enviar mais possibilidades tem de ganhar.
SORTEIO AUTORIZADO POR SUA EXCELÊNCIA O GOVERNADOR CIVIL LOCAL.
Um abraço e boa sorte
Paulo
topaulo1945@gmail.com

Vá lá uma ajudinha. ......Chala e Vila Cabral..... E mais não digo.


Nota do "editor" : Em caso de ruptura de stock das bazucas, poderão ter de ser atribuídas estas latinhas (também conhecidas por "granadas de mão"):






sábado, 20 de junho de 2009

"As armas e os varões..."

(do F. Santa)


Talvez no Chala ... e sorridentes !!!


terça-feira, 19 de maio de 2009

Metendo água ...

(Seria no Chala? ou em Lione ?)



domingo, 17 de maio de 2009


Patrulhando Vila Cabral ...



"Descansando" na picada do Chala ...



(Quem se lembra do elefante encontrado morto nas proximidades desta picada, e do seu inebriante perfume ?)


quarta-feira, 29 de abril de 2009

Agricultura biológica no Chala:
As "misses" em plena labuta: desfolhada e malhada...

domingo, 26 de abril de 2009



Na entrada de Chala



"Messe" de oficiais e sargentos em Chala.

sábado, 25 de abril de 2009

MAPA DO DISTRITO DO NIASSA, COM A INDICAÇÃO DE LIONE, CHALA, TENENTE VALADIM e LUATIZE, LOCAIS POR ONDE ANDOU A CCAV.2415