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* * * * * * * REIS MAGOS * * * * * * *
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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Foi há 41 anos...

... que iniciámos o nosso cruzeiro:

23-07-68

Vera Cruz


"Já a vista pouco e pouco se desterra
Daqueles pátrios montes que ficavam;
Ficava o caro Tejo, e a fresca serra
De Sintra, e nela os olhos se alongavam.
Ficava-nos também na amada terra
O coração, que as mágoas lá deixavam;
E já depois que toda se escondeu,
Não vimos mais enfim que mar e céu."

Lusíadas, V - 3




Portaria n.º 23468
Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro da Marinha, declarar que o navio Vera Cruz, da Companhia Colonial de Navegação, é afretado pelo Ministério do Exército, a partir de 18 de Julho de 1968, para transporte de tropas e material de guerra.
Enquanto o navio tiver capitão-de-bandeira só poderá ser utilizado em serviço do Estado, e não comercial. Nestas condições, tem direito ao uso de bandeira e flâmula e goza das imunidades inerentes aos navios públicos.
Ministério da Marinha, 8 de Julho de 1968. - O Ministro da Marinha, Fernando Quintanilha Mendonça Dias.



sexta-feira, 12 de junho de 2009

O nosso hino...



Hino da Briosa

Música: Aureliano da Fonseca (Amores de Estudante).
Letra: Vítor Meira

Quero pertencer à Briosa
E ir com ela lá por essas picadas
Mas quero mais
Regressar à Metrópole
E acabar para sempre
Com todas essas cóboiadas

Foi assim a nossa vida
De ciganos ambulantes
A subir e descer serras
Mas agora nesta vila
Nós estamos mais satisfeitos
Não queremos saber de guerras

Quando a tropa terminar
Iremos recomeçar
Uma vida de alegria
Mas havemos de lembrar
O tempo que aqui passámos
Com certa melancolia

Quero pertencer à Briosa
E ir com ela lá por essas picadas
Mas quero mais
Regressar à Metrópole
E acabar para sempre
Com todas essas cóboiadas

Vinte meses de Niassa
Chega e sobra pra fartar
Até o mais guerrilheiro
Mas agora em António Enes
O nosso maior problema
É a falta de dinheiro

Já sofremos muitos dias
Já passámos chuva e frio
Tivemos muita emboscada
Agora queremos dormir
Porque a hora de partir
Já não está muito afastada.

Quero pertencer à Briosa
E ir com ela lá por essas picadas
Mas quero mais
Regressar à Metrópole
E acabar para sempre
Com todas essas cóboiadas

quarta-feira, 10 de junho de 2009

terça-feira, 9 de junho de 2009

Recordando...

Faz agora 41 anos que a jovem 2415 se estreou na parada e desfile do 10 de Junho! O clip que se segue não é o de 1968, mas do ano anterior, mas a figura que fizemos não terá sido muito diferente... Na tribuna estava ainda o Dr. Salazar, que viria a ficar incapacitado poucos meses depois, já connosco em Moçambique!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

A Briosa, os Velhinhos e os Checas!!



Olha que jeitosos que eles eram!!!!




O Quintino na caça às rolas!!!!


A Briosa sempre diferente, a roçar até o erudito!! No monumento de Lione, ainda se consegue ler parte da 1ª estrofe do "Canto Primeiro" dos Lusiadas: "Em perigos e guerras esforçados, Mais do que prometia a força humana"!!
Julgo ter sido em 2002 que o Capitão António Amado me deixou curioso ao dizer-me que um amigo que tinha sido militar no Batalhão de Caçadores 1891 em Moçambique, após o regresso dedicou-se a escrever sobre coisas da guerra, acabando por editar um livro chamado "Aquartelamentos do Niassa". Este livro descreve, essencialmente, as forças militares, batalhões e companhias que pisaram e deambularam pelo distrito do Niassa durante aquele periodo.
Nele encontramos, entre as demais, as que nos antecederam e as que vieram depois, através de algumas fotografias e pequenos textos, a CCAV 2415 e os locais por onde passou. Reparem na originalidade de algumas fotos.

domingo, 26 de abril de 2009


A bordo do VERA CRUZ...
"Por mares nunca dantes navegados"

HOMENAGEM OBRIGATÓRIA

Quiz o acaso, e por causa do almoço/convivio deste ano no Algarve, que ao contactar o pessoal do norte, desse de caras com os ex-audaciosos e amigos Magalhães e Soares, à època também conhecidos por alferes. Logo aí, bem em cima da satisfação dos encontros, a masoquista nostalgia inesperadamente surgiu, obrigando-nos às lembranças do passado como se ontem mesmo tivessem acontecido. E vai daí a ideia de se avançar para a net com a feitura dum blog dedicado inteiramente à CCAV2415, onde todos nós que dela fizemos parte possamos, de pleno direito, olhar, ler, contar as muitas histórias tristes e alegres e também as muitas mágoas e, porque não, até verter uma lágrimazita ainda esquecida. Afinal é esse o sentimento unânime que nos invade quando nos reunimos no almoço anual.
Aliás, são inumeras as organizações militares que por África penaram que entendem este meio como uma forma eficiente e prática de manter os seus elementos em contacto mais permanente e directo.
Sendo um blog de todos nós, que nos abre ao mundo, seria excelente que todos o enriquecessemos e fizessemos o nosso melhor, participando com fotografias, histórias, textos ou quaisquer outros elementos que achemos relevantes e interessantes.
Mas o mais importante, e antes de tudo o que disse, nesta hora de reencontros e lembranças, é desejar aqui lembrar e enaltecer aqueles companheiros que morreram ao nosso lado. Vidas tão jovens indecentemente roubadas aos seus e que, concerteza, nenhum de nós os esquecerá, antes pelo contrário, aqui os iremos relembrar sempre.
Ás suas familias com todo o respeito a nossa eterna admiração.
Aos amigos que desapareceram a eterna saudade de todos nós. DESCANSEM EM PAZ.

VIVA A CCAV 2415 "Fortuna-Audaces-Juvat"

25Abr2009 - Americo A. Castro







Desfile em Lourenço Marques (actual Maputo), no dia da chegada a Moçambique,
8 de Agosto de 1968

sábado, 25 de abril de 2009

Desfile na chegada a LOURENÇO MARQUES, em Agosto de 1968


sexta-feira, 24 de abril de 2009

Guião - Emblema da CCav 2415