terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

À BEIRA DO MAR...

À BEIRA DO MAR é mais um poema de Carlos Silva...
  
À beira do mar
Num silêncio profundo
Como quem quer afogar
As mágoas todas deste mundo

Ao longe uma voz
Cantando dizia
O que seria de nós
Se a noite cobrisse o dia

A ausência forçada
São penas d'uma ilusão
É como a espada afiada
Atravessando o coração

À vida punha fim
Se visse aí solução
Desejava mal a mim
De DEus não tinha perdão

As estrelas juntinhas
Como peixes em cardume
Não descobrem mesinhas
Que me matem o ciúme

Se eu pudesse esquecê-la
Como esqueço a má acção
Não chorava só de vê-la
junto a ele de mão na mão

De ternura e de amor
Fiz a mais bela pintura
Aos seus olhos fui à cor
À sua boca formosura

Se não fosse o mau perder
Meu orgulho enterrava
Não se me dava morrer
Sabendo que ela me chorava

                                                CARLOS SILVA



A gripe voltou
P'ra cama vou voltar
A outra já passou
Esta tenho de aguentar

Ela de mim não toma posse
Chega de nariz entupido
E de noite tanta tosse
Ela não brinca omigo
                                               
É que é mesmo assim
A gripe não me quer deixar
Mas ai dela e não de mim
Tenha ela a certeza que a vou despachar!


          Não tenho mesmo jeito para a poesia...! Até breve com um grande abraço.

                                                       SANTA

1 comentário:

  1. Abafa-te que isso passa, talvez com um "suadoiro especial"! As melhoras, Abr.AC

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