segunda-feira, 28 de novembro de 2016

NOSTALGIA...MENTIROSO...

Mais uma vez, António Veríssimo:

NOSTALGIA

Já não tenho quem
Me conte lindas histórias
Daqui e de além

Ah! quanto tempo
Eu! Te não vejo
Foste como vento
Já não TE almejo

Mas é imortal o nosso amor
Que bem vivo continua
No melhor do seu explendor

Ah! que eu já não sou
O menino, a criança pequena
Que adormecia serena
Ao colo do AVÔ


MENTIROSO

Á beira do rio acordei
Muito assustado fiquei
Após ter estado a sonhar
Que ELE estava a secar

Acordei vi seu leito
Onde a água corria
Hrmoniosa e com preceito
Brotando alegria

Radiante gritei
Meu querido rio
Mas porque é que sonhei
Que estavas seco, vazio

O meu grande amor
Que a sonhar seco eu via
O meu querido ALMANSOR
Corre como antes corria

Muito assustado fiquei
Por causa do mentiroso
Sonho que sonhei

E pronto. Por aqui me fico. É sempre bom, aqui e ali, recordar os nossos poetas.

   Com um grande abraço para todos.

                       SANTA


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