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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

RECONHECIMENTO...

Acabei de chegar da Assembleia da República onde acabei de assistir a convite da mesma, á CERIMÓNIA COMEMORATIVA DO DIA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS.

Atribuição do Prémio Direitos Humanos 2015, ex-aequo  à Plataforma Global de Assistência Académica de Emergência a Estudantes Sírios desde já os meus parabéns, e à Associação dos Deficientes das Forças Armadas.
Pela parte que me toca, foi com alegria que assisti á entrega deste prémio à Associação a que eu me orgulho de pertencer. Alegria minha que se deve estender a todos os deficientes. Daqui, os meus parabéns a todos e especialmente ao nosso presidente Comendador José Arruda que tem sido incansável na defesa dos direitos dos deficientes militares vitimas de uma guerra injusta. 
Assim que tiver fotos, publicarei.




«Ferro Rodrigues assinalou que a Declaração Universal dos Direitos Humanos, cujo 67.º aniversário se assinala hoje, "é a carta de princípios da República" e agradeceu aos premiados, a Plataforma Global de Assistência Académica de Emergência a Estudantes Sírios e a Associação dos Deficientes das Forças Armadas.

Dois testemunhos de uma "atitude exemplar", nas palavras de Pedro Bacelar de Vasconcelos, presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, em cujo âmbito é constituído o júri do prémio.

Bacelar de Vasconcelos realçou o papel da Plataforma, lançada pelo ex-presidente Jorge Sampaio em 2013, que já trouxe cerca de 150 universitários sírios para estudarem em Portugal.

O programa da Plataforma tem "um duplo alcance", não só a solidariedade, mas o procurar olhar para além da guerra, disse o deputado, adiantando que o mesmo faz a Associação dos Deficientes das Forças Armadas, que há mais de 40 anos se empenha no apoio aos ex-combatentes vítimas da guerra colonial, sem esquecer a participação cívica na sociedade a que pertence.

O prémio Direitos Humanos atribuído à Plataforma foi recebido por Carlos Monjardino, presidente da Fundação Oriente, em nome do ex-presidente Jorge Sampaio, que não se encontra no país.

Monjardino destacou o facto de a "iniciativa humanitária pioneira" de Jorge Sampaio ter sido reconhecida numa altura em que os "valores republicanos estão a ser postos em causa", quer pelo terrorismo, quer pelo racismo.

"As democracias, porque são democracias, têm o dever de garantir asilo aos refugiados de uma guerra bárbara", disse, adiantando que é a "salvaguarda da honra da democracia" o que é devido a Jorge Sampaio.

O presidente da Direção Nacional da Associação dos Deficientes das Forças, o comendador José Gaspar Arruda, agradeceu o galardão e recordou a criação da organização, a 14 de maio de 1974, com o objetivo de ser "a força justa das vítimas de uma guerra injusta".

"Foi necessário lutar, mas não olhámos só para nós", disse Arruda, saudando, a propósito, a criação pelo atual governo da Secretaria de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência.

O responsável disse ainda que a Associação trabalha agora para que a Assembleia da República aprove uma "Carta Magna dos Cidadãos Militares com Deficiência".

Premiadas 'ex-aqueo', as duas organizações vão partilhar o prémio no valor de 25.000 euros. O prémio Direitos Humanos, que é sempre entregue na sessão comemorativa do Dia Nacional dos Direitos Humanos, é atribuído desde 1999 e galardoou o ano passado o Instituto de Apoio à Criança.»


Esta notícia foi retirada do seguinte site: http://www.noticiasaominuto.com/pais/501302/promocao-dos-direitos-humanos-e-combate-que-exige-vigilancia

      Com um grande abraço. SANTA.

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