domingo, 30 de junho de 2013

ANTES DA BRIOSA…

                                   Por: F. Santa


Acima sou eu numa semana de campo nos arredores de Castelo Branco quando dava recruta; e as  duas seguintes são em Santarém com poucas semanas de tropa:



                                                     

AGORA, VOLTANDO À 2415:
 
                 Esta cena vai ficar à espera de quem a descodifique…


                                                  SANTA

sexta-feira, 28 de junho de 2013

CONTINUANDO O FILME DO NOSSO ANIVERSÁRIO ... e não só!

Por: F.Santa  


Na primeira foto pode ver-se o nosso Ex. Capitão Amado. Na seguinte estou eu (Santa), Nuno da Câmara Pereira, Carlos Silva e o nosso Ex. Alferes Magalhães.
E agora... há muitos anos, três dos fotografados acima: primeiro, o nosso Capitão Amado e o Alferes Magalhães na célebre viagem no Comboio do Catur!!

E eu no Lione:
 




                20-9-68               21-11-68


A primeira foto, já não me recorda o que se estaria a passar; a segunda julgo ser num dia de descanso.


                                Para todos um abraço. SANTA


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Operação ROSENTA : O meu Relatório
conclusão

Manuel Soares
Já a tarde declinava e alguns dos companheiros começavam a bater em retirada, quando nova surpresa acontecia: a festa brava, não estivéssemos nós em Montemor! Por absoluta carência de termos técnicos para comentar tal acontecimento (e alguma preguiça também...), apenas deixo aqui algumas fotos do evento, que, se  calhar, poderemos chamar de garraiada...

Por onde anda o forcado "rabejador"?
Aqui... parece que são dois !
Afinal o toiro... era vaca !!!
Junto às tábuas...

A "aficion" vibrava, ovacionando todos os intervenientes. Entretanto também eu tive de "abalar", pelo que não cheguei a saber se houve orelhas ou rabos, ou voltas de honra à arena... mas muitos quilómetros me esperavam até ao meu Minho natal...
Também por isso não vou abordar a noite de fados que deverá ter acontecido, com o tão famoso Nuno da Câmara Pereira!

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A  TENDA DA CULTURA

No meio do acampamento, em tenda de lona a reavivar as nossas recordações do mato, o nosso anfitrião autografava e oferecia  a quem o desejava o seu livro " AS CORES QUE A VIDA TEM " , "obra não comercializável nem mesmo pelo autor" conforme aviso na orelha da sobrecapa.
Não pude ainda ler as muitas centenas de páginas de letra miudinha... Mas, num folhear apressado, pude constatar que é uma obra multifacetada, que alia a história familiar à autobiografia, prenhe de sabedoria popular, observação atenta da vida e muita sensibilidade. Inclui muitos poemas do autor, para serem  cantados. Espero vir a este assunto, quando for oportuno, aqui no nosso blogue. Por agora, os parabens ao Autor e o agradecimento pela sua oferta.


Agradecimentos

 Obviamente em primeiríssimo lugar, ao companheiro Carlos Almeida Silva, desde logo pelo valor material de que abriu mão para nos receber tão galhardamente, a título rigorosamente gratuito,

mas também pelo ineditismo da ideia tão brilhantemente concretizada: se bem se lembram ele prometera uma surpresa, mas, a falar verdade, foi uma sucessão de surpresas ao longo de todo o dia, cada uma
mais inesperada que a anterior...
Logo a seguir, à sua Família. Apesar do luto recente, foram inexcedíveis na simpatia. E a todos os colaboradores, tão competentes e dedicados que, como testemunhei, fizeram com que nada faltasse aos inúmeros convidados.

Uma palavra de apreço: - para o professor Nuno que nos fez recordar os toques militares com a sua corneta; 

- para a Banda Musical ALKIMIA que nos animou a tarde; - para os inexcedíveis dançarinos cabo-verdianos a quem desejamos que tenham tanto êxito nos estudos como tiveram no espectáculo que nos proporcionaram; - para o Fadista Nuno da Câmara Pereira;  - para a RÁDIO NOVA ANTENA que cobriu o evento; e para o ténico de imagem Sr. Nuno
Canelas que o gravou em vídeo para a posteridade... e que me desculpem os que não citei.
E um louvor ao aprumo do nosso SANTA, impecável no seu camuflado, agradecendo-lhe a ele e à Família a organização, durante os últimos três anos, dos nossos convívios.

E... parabéns a todos os que lá estivemos, e uma palavra de solidariedade para quem não pôde comparecer!
  
Fim

(Este "relatório" começou aqui)

domingo, 23 de junho de 2013

Lembramos o JOAQUIM MARCELINO

Caíu no ataque ao Luatize  há 44 anos, 24 de Junho
A NOSSA HOMENAGEM

sexta-feira, 21 de junho de 2013

terça-feira, 18 de junho de 2013

Operação ROSENTA : O meu Relatório
cap 3

Por: Manuel Soares
 
Depois de bem retemperadas as forças e infrigidas as dietas, aconteceu a tarde cultural-recreativa.

A banda musical ALKIMIA, de Montemor-o-Novo, que animara o almoço, providenciou  o necessário acompanhamento aos artistas que se exibiram. A duo, e com muito entusiasmo, o Carlos Silva e o João Rodrigues interpretaram o Hino da Briosa:



("clique" na seta acima)
(Com muita pena minha, a gravação do som ficou horrível em todos os clips... optei por não o suprimir, para dar uma ideia da animação reinante...)

 





E, a seguir, quem diria??? O dono da casa a cantar o "Lírio roxo do campo" com o consagrado Nuno da Câmara Pereira!!!

 



E mesmo um irmão do nosso anfitrião dedilhou a guitarra eléctrica, com o estilo que a foto documenta...








 
    Para fim da tarde musical, estava reservada a surpresa das surpresas: a África no seu melhor, com um ágil grupo de dançarinos, simpáticos jovens (elas e eles) cabo-verdianos  a estudar na região, a levantar o moral das tropas. Porque me faltam as palavras, ficam as imagens que espero sejam eloquentes:
(para ver os vídeos, cliquem na seta inferior; o mesmo nas fotos, para as ampliar)












Com certeza que todos os briosos companheiros reviveram os célebres batuques moçambicanos nos quais a dança "marrabenta" era rainha, como este, no Chala, filmado pelo M. Magalhães em 1968 ou 1969:


(Começou aqui)
Continua aqui   


sexta-feira, 14 de junho de 2013

O VILAS BOAS já nos deixou

Não posso dizer que fosse inesperada, mas mesmo assim deixou-me em baixo: era perto de 1 hora da tarde de hoje quando um telefonema do Morgado me deu a triste novidade: o querido companheiro ex-furriel JOSÉ MANUEL TEIXEIRA VILAS BOAS faleceu esta madrugada. Pouco depois o Madureira confirmava.
Pertenceu a meu Pelotão na 2415, e sempre tivemos o melhor relacionamento.
Em meu nome pessoal, e, também, em nome dos colaboradores do Blog e de todos os elementos da CCAV 2415, apresentamos à Famíla sentidas condolências.
Adeus, VILAS BOAS!

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Operação ROSENTA : O meu Relatório
cap. 2

Por:  Manuel Soares 

Depois ... foi um ver se te avias ... 

A "cozinha de campanha" funcionou na perfeição: e, pondo em prática a velha máxima "a tropa manda desenrascar", cada um se acercou dos respectivos "caldeiros" para o rancho geral.
Lembra a galinha com os pintainhos...
E não há dúvidas que o mesmo era "melhorado"... e de que maneira !!!  desde os enchidos na brasa às diversas carnes, incluindo o inocente filho da ovelha, mais conhecido por borrego,
até à especialidade da herdade, o suíno ali nado e criado, tanto o bébé (o tão apreciado leitão) como o adulto, mas todos no plural bem avantajado... e rodando devagar nos respectivos espetos, exalando  seus magníficos aromas, ao calor dos braseiros bem controlados por pessoal sabedor de seu ofício...
Vista parcial das "máquinas"
em plena laboração..
.

Não faltavam bancos e mesas devidamente protegidos do sol, pelo que, qualquer semelhança com os nossos piqueniques na selva africana era mera coincidência!
Esta pipa era de água... e enganou alguns convivas!!!







Também de pão vive o homem... e aquele era excelente !
A habilidade arte e bom gosto da esposa deste camarada,
também ela presente na foto

Nem é preciso dizer que o vinho correu a rodos e a cerveja fresquinha escorregou pelas gargantas sedentas... Nem a fruta e doces deixaram de comparecer. O café e digestivos foram o merecido epílogo do lauto repasto.


Eis o Manel Magalhães em plena reportagem, registando o nosso anfitrião, Carlos A. Silva, a confraternizar com o simpático grupo de estudantes cabo-verdianos  que irá animar o resto da tarde, conforme veremos no próximo capítulo...
(começou aqui)
 (continua aqui)

sexta-feira, 7 de junho de 2013

CONTINUANDO COM O FILME DO NOSSO CONVÍVIO

Por: F. Santa       

    Talvez por este convívio ter sido fora do comum, dado à encenação de que foi alvo, vai ser mais comentado. E porquê? Porque parecia estar ali a desenrolar-se um filme! Daí talvez a longa metragem que vai merecer no nosso blog!! Já viram o apetite com que ficamos ao ver as fotos?
               Vejam só estas. Dá ou não dá para abrir o apetite?


           
   A seguir é nosso Ex. Capitão Amado e o alfacinha Carvalho. O de costas não estou a ver quem é!


              (continua...)
  

Alguém  é capaz de dar rédeas à memória e dizer quem são eles?

                           

    Eis o nosso camarada Carlos Silva (o que nos ofereceu o convívio - bem haja!- ), algures em Moçambique:

               Para todos um abraço amigo. Ex.Furr. SANTA


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Operação ROSENTA : O meu Relatório
cap. 1

Por:  Manuel Soares
O "assalto ao objectivo" estava marcado para o primeiro dia de Junho: conforme o respectivo "plano de operações" e obedecendo à convocatória oportunamente emitida, os combatentes convergiram de todo o País. De tal forma que, pelo meio dia, se procedeu à chamada, com vista à aplicação aos faltosos dos rigores do RDM...
Para ampliar,"clique" nas fotos: poderá reconhecer alguns de nós...

Logo a seguir, houve um ensaio do hino da Briosa, num afinar de

gargantas para a execução condigna do mesmo.

Um pequeno treino de "ordem unida" foi quanto bastou para a Companhia desfilar com o garbo que sempre a caracterizou, perfilando-se na parada perante os mastros de honra.

O comandante das Forças em Parada foi o antigo Furriel Santa, dado não haver outro militar tão devidamente fardado: e que bem que executou a sua função! As suas ordens eram rápidamente transformadas em toques militares pelo corneteiro, o senhor Nuno, professor de música ("MUSICLASSE"), exemplarmente uniformizado, com uma afinação reveladora de muito conhecimento  e treino: e nem faltou uma "caixa" para marcar o ritmo!

Em continência

Com as tropas em sentido, subiram as bandeiras: a da Briosa ao som do respectivo hino, da autoria do Vítor Meira, que, infelizmente não pôde estar connosco, e logo a seguir a Bandeira das Quinas, enquanto todos entoavam o Hino Nacional, com o respeito e solenidade que seriam de esperar. O terceiro mastro era ocupado, de pleno direito, pelo estandarte da SUINIMOR, do nosso anfitrião e companheiro Carlos Almeida Silva.


Foi então que o F. Santa, com o talento que lhe reconhecemos e tanto admiramos, produziu uma muito bem elaborada alocução em que resumiu a nossa história comum, apelou à solidariedade e amizade entre nós e homenageou os que já nos deixaram, quer em Moçambique quer depois do regresso.
Os nossos visitantes poderão ler o discurso clicando em Pag 1, Pág 2, Pág 3 e Pág 4.
A cerimónia formal terminou com uma salva de tiros em homenagem aos Mortos, após o que foi dada a esperada ordem de DESTRO......ÇAR !

Continua aqui.