domingo, 31 de julho de 2011

Recordando ...

Respondendo à solicitação aqui deixada mais do que uma vez, pedindo fotografias dos camaradas caídos em Moçambique, o V. Meira (que era o "segundo comandante" da Briosa, lembram-se?) encontrou no fundo do baú as que aqui se mostram hoje, e que agradecemos. Uma é do  Daniel Vitorino, um dos nossos dois condutores que pereceram nas águas Zambeze.  A outra foto é do primeiro pelotão, e refere-se, com certeza, a uma operação na zona de Lione, já que nela  " o  Marcelino é o militar que está na foto do 1º pelotão atrás do Romanito " conforme escreve o Meira no seu e-mail.  Ora o Joaquim Marcelino sucumbiu logo na chegada ao Luatize, na noite de S. João. Apenas 3 dias separaram o falecimento destes companheiros: respectivamente o dia 21 e o 24 de Junho do fatídico 1969.

 
Daniel Vieira Vitorino
O primeiro pelotão

Ó Meira, não haverá por aí mais uns retratos? E, já agora, se pudesse ser, também uma ou outra crónica, ao jeito de "relatório da operação"...  A malta apreciaria!



terça-feira, 26 de julho de 2011

 Por:  F. Santa

QUEM AS NÃO CONHECE?





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A primeira  é a nossa conhecida G3 e a outra, era chamada de a costureirinha, a famosa “KALASHNIKOV“, que era usada pelo nosso inimigo.



Agora é o J. Rodrigues com algum armamento, suponho, apanhado ao inimigo:
 


  Acima continua a ser o João Rodrigues algures em Moçambique. Quem souber onde é, diga.




  Alguém se recorda desta formatura no Lione? Será o içar da bandeira ou o arriar da mesma?




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Em seguida podem ver o F-84. O primeiro avião a jacto a entrar no cenário da guerra colonial: O seu browser pode não suportar a apresentação desta imagem.  





Agora, quero agradecer ao nosso camarada Braga, as fotos que me enviou, e que eu brevemente vou começar a inserir nos textos e enviar para o Soares afim de ele as colocar no nosso site. Era bom que outros seguissem o exemplo do Braga, pois as fotos serão depois devolvidas. Obrigado Braga! 

Um abraço do Santa

sexta-feira, 22 de julho de 2011

... E VÃO 43 !!!


Foi em
 23 de Julho de 1968

«Que dali nos partíramos, cortando
Os mares nunca doutrem navegados,
  Prosperamente os ventos assoprando»

... Como  conta o grande Camões do nosso antepassado Vasco da Gama. Mas este não teve a honra da reportagem em filme, pela máquina do nosso Magalhães: 
 


Parabens à BRIOSA !!!





Para  lembrar  "aniversários" anteriores, clique aqui (2009) ou aqui (2010). Recordar também é viver !

Manuel Soares

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Última Hora :  Mensagem do F. Santa


É amanhã o dia 23 de Julho. Já lá vão 43 anos. Na minha opinião, um dia de lembrança triste. Triste, porque nos trás memória de coisas que nos traumatizaram, uns mais outros menos, um dia que dava início a uma aventura sem saber quem chegava ao fim dela. Felizes aqueles que estão cá para recordar a partida, que estejam em paz  aqueles que não chegaram ao fim e aqueles que chegando ao fim, já nos deixaram também. Para eles saudades de todos nós.

Um abraço do Santa


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Continuando....

Por: F. Santa  
HELICÓPTERO ALOUETTE III
Este é o famoso ALOUETTE III. Foi este “Bichinho” que tantos camaradas salvou. Tripulados por autênticos “HERÓIS”,  pousaram tantas vezes em sítios incríveis, pondo em risco a vida de quem os pilotava. A eles se deve que o número de mortos não tenha sido mais elevado. Actuaram em todas as frentes de guerra.
Ainda hoje, sentimos enorme respeito por todos aqueles que os pilotaram. Ninguém imagina as circunstâncias em que alguns pousaram para salvar vidas. Foram incríveis. Hoje alguns destes helicópteros estão no activo. Ainda há pouco tempo vi um festival aéreo, onde eles fizeram as delícias de todos, com os chamados “ROTORES DE PORTUGAL”, acho que é assim que se chamam. Com isto tudo para dizer: eles foram e são os maiores!

(continua)




A foto seguinte é o nosso camarada João Rodrigues. O outro não sei quem é. O que estão eles a fazer? A guardar tartarugas? Será?






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  • Estou a ver cada vez menos a colaboração da malta no nosso site. Sendo assim (e desculpem) adivinha-se o fim do mesmo. Uma equipe só com três, o campeonato está perdido! Aqueles que podiam dar o seu contributo, continuam sem ligar importância àquilo que é o nosso lazer e que faz parte das nossas memórias e do nosso entretimento. Paciência! As promessas feitas no último almoço, não passaram disso mesmo: Promessas! Da minha parte fico triste e desiludido. Eu gostava que pelo menos alguém tivesse amabilidade de enviar fotos para mim ou para o Soares. Era uma maneira de continuar.



  Indo ao álbum das recordações, eis o comandante e as suas tropas! Esta foto foi tirada na recruta que eu dei em Castelo Branco. Foi numa semana de campo. Ainda me lembro que estava um frio de rachar, pois foi nas encostas da Serra da Estrela. De manhã queríamos lavar a cara nos ribeiros, mas a água estava gelada, tínhamos que partir o gelo!
                                                  Para todos um abraço. Santa.


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sábado, 16 de julho de 2011

O repouso dos guerreiros



Retomamos a exibição do arquivo cinematográfico do M. Magalhães, com uma uma mostra das "patrulhas marítimas" dos Audaciosos. Como não tive o gosto acompanhar a Companhia nestas aventuras, fico a aguardar os comentários dos protagonistas. Mas julgo não errar dizendo que a cena acontece nas águas territoriais de António Enes, no ano de 1970 !

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domingo, 10 de julho de 2011

 Por: F. Santa   
Mais um trabalho do nosso camarada Carlos Silva, que revela uma faceta por nós desconhecida, que é a de Poeta.




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Esta sim. Parece-me que é em Lione. Aqui sobressai mais uma vez o nosso camarada Madureira. Agora vejam na foto seguinte o mesmo camarada em pose fotográfica. Cuidado com ele. Ai Madureira Madureira, se tu tivesses agora idade que tinhas nesta foto! Também eu! Também eu! Um abraço para ti. Espero que andes a ver o nosso site, assim me prometeste no dia do convívio, pois disseste que irias ver as tuas fotos e eu como prometi as vou pondo.

Já  agora gostava de saber, onde foi tirada esta tua foto onde estás todo aprumado. Será V. Cabral? Ó camaradas. Que tal acham esta foto do Madureira? Não era para brincadeiras! 




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Continuando com os aviões que participaram na Guerra Colonial, aqui vai o “  PV – 2 “. Era utilizado como bombardeiro, fazia patrulhamentos e ainda como avião de ataque. A sua velocidade máxima era de 454 km/h e sua velocidade de cruzeiro era de 275 km/h.
 
Continua…

Um abraço do Santa






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sábado, 2 de julho de 2011

Mais curiosidades da guerra ...

 Por: F.Santa

A primeira foto mostra os nossos soldados, sem distinção de cor, chamados à defesa da “Pátria”, desfilando em Luanda, na Av. Paulo Dias de Novais.
Na segunda (acima)  o nosso inimigo, embrenhado no capim, surpreendido por uma teleobjectiva, quando se preparavam para atacar uma das nossas patrulhas militares...

A foto seguinte mostra mais uma vez o João Rodrigues e o Peniche (será mesmo o Peniche?). O outro já não me lembro do nome. Já agora, alguém diga do que se trata.

A última é o Madureira no Vera Cruz. Quem são os outros dois?




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Continuando a falar sobre aviões que tiveram o seu desempenho na Guerra Colonial, coube agora a vez da “DORNIER“, mais conhecida por “DO“. Nas três frentes de guerra, fizeram transportes de passageiros, evacuação de feridos, reconhecimento aéreo e transporte de correio. A sua velocidade máxima é de 226 km/h.



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CONTINUA…
Do Santa, um abraço