* * * * Sábado, 20 de Maio ==> Convívio anual da "BRIOSA" 2415 em Montemor-o-Velho * * * *

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

THRILLER: A NOITE DA GAZELA

                                                          Por:  Avelino Torcato Pereira
                                                                         "Choné"


Em Vila Cabral antes da partida para A.Enes em Março de 1970. Ficámos retidos pois o comboio descarrilou devido a sabotagem da linha.  Foto do "Choné". 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

R E L E M B R A N D O . . .


Por: F.Santa   


 AUTO-METRALHADORA PANHARD





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CARRO DE COMBATE M/47

Estas são duas relíquias da nossa cavalaria!

A primeira, é o relembrar da minha estadia em Estremoz. Quando me lembro que era atirador de cavalaria, e me fizeram dar aulas sobre o armamento que a compunha, e ainda a mecânica, transmissões, e a sua operacionalidade. Era uma loucura! Tinha que estudar todas as noites para dar as aulas no outro dia. Digam lá: Não era fantástico? Claro que era!
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VEJAM ESTA EQUIPA!


Estão todos com ar de malandros! Onde teria sido isto?




A foto seguinte, parece-me ser no Lione com a malandrice do Braga. Mas sinceramente não sei quem é o camarada que está com uma pose de atleta fantástica!


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Para recordar...
Fazendo votos para que todos estejam bem, daqui vai o meu abraço habitual.
SANTA.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

PASSE A PUBLICIDADE....

Os encontros que ultimamente me têm acontecido com a malta da 2415 continuam. Repetiu-se de novo, casualmente, e com quem havia de ser? Claro, com o Choné! E, como ele diz: "Choné com muito prazer".
Desta vez estava pendurado num 4º andar do prédio onde agora habito. 
É caso para dizer: o mundo é mesmo  pequeno!  Imagine-se que era meu desejo passar o mais despercebido possivel. Estava feito pois a cada instante encontro o Choné!  E, como ele,  também digo:  com muito prazer!  
E, já agora,  foi-me dizendo algo incomodado conhecer malta da nossa (não interessa quem)  que evita aproximar-se para conviver.
Pois é, ele há coisas que até parecem mentira!
Mas como dizia,  ia eu a sair do predio quando o amigo Choné de pincel na mão  me topou lá do alto do mesmo.  E  logo ali marcámos encontro para o final dessa tarde depois de terminadas as pinturas.
Assim foi,  lá fomos beber umas "bazucas", perdão umas "mines" e colocar a conversa em dia.
O nosso amigo igual a si próprio como sempre, excelente companheiro, saudoso dos momentos  e das coisas vividas naquela aventura. Fala sem parar  das muitas histórias que tem para contar.  Não gosta que lhe chamemos histórias mas sim "memórias".  E promete que a partir de agora não vai faltar lenha para a fogueira, ou melhor dizendo, "memórias" para alimentar o blog!
Diz ter computador mas o tempo falta-lhe para entrar na aprendizagem da informática.
Imprimi e levei-lhe o ultimo texto que escrevi, bem como a foto da saida da viatura com o Santos e o Carvalhito para o Catur,  ficando algo emocionado.  
Foi desta forma que ficou a perceber melhor a razão da existência do blog e a sua finalidade. 
Ao fim de três horas de boa conversa ainda me foi dizendo que aqui à volta moram quatro ou cinco companheiros, sendo um deles o Paulo Antunes, 1º cabo telegrafista, empresário ligado à restauração, estabelecido em Mafra.
Esperemos, então, a partir de agora,  com o contributo  de  mais um contador de "acontecimentos" e, este, considero-o um peso pesado tal a qualidade da sua memória.  Acreditem que não falha nada.
Aqui faço agulha para um novo encontro e também algo casual, desta vez, com o Antunes.
Tive necessidade de me deslocar a Mafra pois é sede de concelho.  Após resolver o assunto, quando me deslocava para o carro estacionado numa rua do centro da cidade, dei de caras com a "Tasca do Moinho", nome que o Choné me tinha indicado.   Foi mera casualidade, acreditem, e vai daí entrei.  Um pequeno e simpático estabelecimento com as paredes de alto a baixo forradas com posters, fotos e cascóis do Benfica. Abeirei-me do balcão e ao fundo junto à cozinha, de costas, lá estava o Antunes a preparar uma sandes para outro cliente.  Aproximou-se de mim que estava  de óculos de sol para criar mais duvidas, perguntando o que desejava.  Respondi-lhe: Uma bica cheia, s.f.f., à Lione! 
Rápidamente virou-me as costas e logo serviu a bica sem dizer nada.  Como vi que ele estava a  leste do assunto entendi dirigir-lhe a palavra enquanto tirava os óculos: Amigo Antunes, muito boa tarde, estás bom? 
Até deu um salto dizendo: Eh pá tu és o Castro não és?  Saiu de trás do balcão e veio dar-me um abraço enquanto me explicava: Não te reconheci e até pensei que eras um destes  sportinguistas que por aqui aparecem  que assim que veem estar num local  benfiquista  começam logo a provocar.
Eu respondi-lhe: eu sou lagarto mas não provoco ninguém.
Contrapôs: Eh pá tu pediste uma bica s.f.f. à leão!  Até pensei com os meus botões: Mais um xico esperto queres ver!
Desmanchamo-nos a rir à grande, depois de lhe explicar que eu tinha pedido: "Uma bica cheia s.f.f. à LIONE" e não à leão!
Como seria de esperar falámos da guerra passada e da malta, perguntando-me pelo Chefe Moreira a quem envia um grande abraço, lamentando-se não poder ir aos almoços pois são algo distantes e a vida profissional não lhe permite.
Espero um dia destes lá poder voltar para lhe falar no blog que desconhecia existir e principalmente para provar uns excelentes petiscos.
Passe a publicidade aqui fica esta informação relativa ao estabelecimento comercial do companheiro Paulo Antunes, aconselhando a todos os que passem por esta linda zona turistica  de Mafra a provarem os seus petiscos.

                              TASCA DO MOINHO
                                                 (junto ao Hotel Castelão)

                     Especialidade em petiscos: 35  variedades à escolha
                                           Mafra                                                  
                                                       
  

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Máquinas e gente


Por: F. Santa    

AVIÃO  “DAKOTA“ 


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Este é o “DAKOTA”. Operaram em missões de carga e transporte. Na guerra Colonial, fizeram missões de reconhecimento aéreo, lançamento de pára-quedistas, transporte de tropas, transporte de feridos, busca e salvamento. Na Guiné, chegaram mesmo a bombardear. Tripulação: 2 pilotos. Velocidade Máx. 370 Km/h.


Espero que nas escolas estejam a gostar. Irei continuar conforme souber, com outros assuntos. 



Voltando ao passado, a foto que se segue, foi tirada em 5 -2 –  1968 em Estremoz, quando estive a dar a última recruta antes de ir para Cav. 7:

Junto desta bela máquina, estou eu. Sentado está o meu amigo Neves que fazia parte do Batalhão 2850, e que eu procuro há muito tempo e não tenho notícias.

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Aqui vai mais uma foto enviada pelo Braga. Segundo ele julga, esta foto foi tirada pouco depois da coluna sair do Lione para o Catur, íamos entregar o correio militar e buscar mantimentos ao Comboio, quando se deu o ataque na zona do Caracol, em que morreram os nossos camaradas Santos e Carvalhito. Era bom que alguém com melhor memória desse aqui o seu testemunho, pois para mim é muito difícil abordar este acontecimento derivado aos factos já atrás descritos. 

 


O seu browser pode não suportar a apresentação desta imagem.         Brevemente se seguirão fotos que me foram enviadas pelo nosso camarada Morgado. Era bom que mais camaradas nossos fizessem o mesmo.
           Como do costume, um grande abraço para todos aqueles que acompanham o nosso site com as suas visitas.
Santa.     
 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Mais uma arma... e alguns "varões assinalados"

Por: F.Santa   
 

 MORTEIRO 60




Mais um objecto engraçado utilizado na nossa guerra. Morteiro 60 mm  m/952. Peso 17 kg, comprimento 720 mm, alcance máximo (P/C expl.) 1815 metros. Cadência de tiro, 18 granadas P/min.
Foi muitas vezes utilizado sem suporte de apoio (nem prato). Era colocado entre as pernas e lá  vai disto! 

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A foto de cima e a foto a seguir, é o voltar às recordações, a primeira foi tirada em Castelo Branco, quando fui dar a minha primeira recruta. Da esquerda para a direita: Eu, o Cabo Miliciano Farinha e o Furriel Milheiros e claro, a nossa mascote. Hoje este quartel já não existe. Segundo sei foi transformado em prisão para mulheres.





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Esta foto tem o mesmo cenário, mas já sem a nossa mascote e já  com o Aspirante. Cada pelotão tinha no comando dois Cabos Milicianos, um Furriel e um Aspirante. Como já disse atrás, o cabo Miliciano era o Farinha, o Furr. era o Milheiros, o Aspirante é o M. Silva. Estas fotos foram tiradas em 23-11-67. Velhos tempos! Faço votos para que ainda todos eles estejam vivos.


O seu browser pode não suportar a apresentação desta imagem.E agora uma tirada no Lione. Quem a comenta?



Do Santa, com amizade para todos.