* * * * Sábado, 20 de Maio ==> Convívio anual da "BRIOSA" 2415 em Montemor-o-Velho * * * *

terça-feira, 30 de junho de 2009

Recordando...

(Enviado pelo Fernando Santa)



"Camaradas. Quem se lembra do Conjunto Oliveira
Muge de L. Marques? Não sei se estão recordados, foi a primeira coisa que ouvimos já de madrugada depois daquela excursão que fizemos do Catur para Lione após o desembarque do comboio. Foi as boas vindas da companhia que fomos render.
Mais tarde este disco foi proíbido pelo regime fascista de ser vendido e ser tocado nas rádios:



Mamãe, tu estás tão longe de mim!
Mamãe, sinto que estás a chorar.
Não chores a minha ausência
que um dia hei-de voltar!

Não chores, e pensa agora
Que o tempo passa depressa.
Pede a Deus que te tire esse tormento,
Que abrande teu sofrimento
Desse teu formoso rosto.

Mamãe, não chores que eu volto!


Agora que já lá vão alguns anos vale a pena recordar.
Um abraço do Santa "







.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

"Apanhados do clima"...


Não resisto a publicar esta saborosa (e maluca !!!) carta de parabéns que recebi pelos meus 24 anos, enviada pelos "camaradas de armas" de Vila Cabral (onde a Companhia aguardava partida para António Enes) para o Sagal (Cabo Delgado) para onde eu fora "desterrado" ! Espero a compreensão dos signatários, a quem não pedi autorização para divulgar este "segredo de Estado" !


quinta-feira, 25 de junho de 2009


O FILME DO MEU ACIDENTE


Em todos os convívios se fazem relatos de coisas que aconteceram entre nós no ultramar mas, todos me perguntam o que é que me aconteceu. Ora se bem me lembro foi assim: Estava-mos em Chala e já fazia muito tempo que não recebia-mos correio. Como se sabe a malta nestas circunstâncias entrava em paranóia! O correio estava retido em Vila Cabral ou Lione, já não me lembro bem e era preciso ir buscá-lo. Arranjei voluntários e lá fui a caminho todos montados num (Unimog)! A certa altura, lembro-me que passámos por cima de um grande buraco que estava camuflado com folhas tendo saltado a grande altura para fora da picada rolando pelo chão. Momentaneamente perdi os sentidos que recuperei pouco depois mas, só me lembro de acordar na cama já no Lione. Fui depois evacuado para o Hospital de V. Cabral, onde fui observado e dias depois regressei a Lione onde estive alguns meses com aparelho de gesso na perna. Tendo regressado novamente ao hospital aparecera problemas na coluna e cabeça resultantes do dito trambolhão. Daqui resultou mais tarde a minha evacuação para o H. de Nampula onde estive internado cerca de três meses e meio, tendo sido detectada uma fractura na cabeça por solidificar e problemas na coluna a nível de vértebras. Depois daqui fui evacuado para o H. de Lourenço Marques onde estive quase sete meses em recuperação para ganhar músculo na perna e movimento no pé. Depois disto fui novamente evacuado para Lisboa indo direitinho a Campolide para os anexos do H. Militar (mais conhecidos pelos "galinheiros") onde estive cerca de um ano fim do qual fui dado incapaz para o serviço militar. Fui para casa. Entretanto casei, durante nove meses não me deixaram trabalhar dando-me uma pensão de novecentos escudos. A partir do dia em que vos deixei sei que a vossa tarefa foi mais perigosa e complicada mas também não foi fácil para mim apanhar um ano e dez meses de hospital.
Foi mais um filme de guerra, este passou-se comigo, mas outros filmes houve de camaradas nossos vitimados pelas minas, pelas emboscadas, ataques a aquartelamentos e outros maltratados em hospitais escondidos da sociedade, abandonados como farrapos por quem deles se serviu. A nós combatentes e deficientes do ultramar jamais nos calarão. Temos todos no corpo as marcas da guerra e queremos que a nossa Pátria não se esqueça de nós dando-nos para o resto das nossas vidas aquilo a que temos direito.

Um abraço do camarada Santa


quarta-feira, 24 de junho de 2009

Invasão pacífica...

... Na parada do Lione !

(do H. Afonso)

Dir-se-ia hoje: "Abertura à Sociedade Civil " ou "Caminhos da Integração" ...
Nesses tempos: Fazer Psico ...


Piquenique em Moçambique (Luatize?)


(foto de H. Afonso)


Foi num cenário idêntico (mesa posta sobre caixas de material acabado de descarregar) que começou o ataque ao Luatize... só que esta foto é tirada com sol alto (as curtíssimas sombras dos objectos o indicam) . A boa disposição e descontracção do pessoal sugere que a imagem se refira ao almoço do mesmo dia (23/06/69), tendo o ataque sido ao jantar. Apela-se à memória dos intervenientes para confirmar estes dados ...




Bons momentos ... (2)


(foto de H. Afonso)
"Amor em tempo de guerra "


terça-feira, 23 de junho de 2009

Noite trágica de S. João

foi a nossa de há 40 anos, em que o
Joaquim Marcelino
não resistiu aos ferimentos ocorridos no ataque ao acampamento do Luatize, a que acabávamos de chegar vindos de Vila Cabral. Aqui fica o preito da nossa homenagem.




sábado, 20 de junho de 2009

21/06/1969 -Saudade e Homenagem

É já amanhã o 40º. aniversário do mais grave episódio da guerra em África, o naufrágio do batelão que atravessava o Zambeze em Mopeia.

Aos nossos


DANIEL VIEIRA VICTORINO
e
JOSÉ FERREIRA OLIVEIRA

respeitosa homenagem.


Confesso que nunca consegui informação detalhada sobre este triste acontecimento. Na internet encontrei estas referências:

" ( ... ) É que, a 21 de Junho desse mesmo ano de 1969, o batelão que fazia a travessia no rio Zambeze de Chupanga para Mopeia com ceca de 150 militares a bordo (quase todos praças ) e vinte e duas viaturas, além de muito outro material, virou-se e morreram 103. Foi o maior desdastre em custo de vidas humanas de toda a história da guerra colonial, mas nem por isso se sabe muito acerca das circunstâncias em que ocorreu, nomeadamente porque é que só ía um oficial subalterno a bordo, de baixa patente, e era miliciano assim como os graduados seus subordinados. As informações são muito escassas, sabe-se lá porquê! (...) "

Leiam AQUI o artigo interessante de J. Conteiro em "O PORTOMOSENSE"


E esta descrição dramática:


" ... logo me lembrei do barco da SSE que vi, com um guindaste montado, no meio do Zambeze, a recolher os carros militares daquele grande acidente com o batelão do Amâncio Pedreira.
Na altura, escrevi que quando um carro vinha à tona de água, um ou dois corpos (de militares) se soltavam e iam rio abaixo, até que as almadias dos irmãos Campira (e outros) os recolhiam e traziam para a margem (do lado de Mopeia). (...) "


(Transcrito deste BLOG )


Excerto de uma carta de
Manuel Luís Pata de F. da Foz, ao Diário de Coimbra, transcrita em FIGUEIRAOLHAR:


" ... Vivi 20 anos em Moçambique. Cinco na marinha mercante e quinze na província da Zambézia, catorze dos quais a governar um dos navios da Sena Sugar Estates, o “ Mezingo”. Além do meu serviço normal, prestei no rio Zambeze preciosos e gratuitos serviços ao Estado. Entre outros, recordo com muita tristeza, quando estive 20 dias com o meu navio nas operações de recolha de “ corpos de militares e recuperação de 22 viaturas” de uma coluna militar que no dia 21 de Junho de 1969 seguia num batalhão e se afundou no rio Zambeze, quando fazia a travessia da Chupanga para Mopeia, perecendo neste naufrágio 103 militares e 2 civis. Esteve a comandar estas operações o então Capitão do Porto do Chinde, sr. Comandante Fernando Manuel Loureiro de Sousa. (...)"

Ainda outro testemunho :
Luis Pires, então no AM 73 em Mutarara


Link para o "Diário do Governo" que publicou condecorações aos Marinheiros (civis nativos) pelos socorros prestados







"As armas e os varões..."

(do F. Santa)


Talvez no Chala ... e sorridentes !!!


Alô ... Alô...

(foto do F. Santa)

Lembram-se deste gerador de manivela, para alimentar o rádio?


quarta-feira, 17 de junho de 2009

Bons momentos ...

... também os houve !

Estas memórias "civis" são do album do Humberto Afonso






Sabiam que alguém dos nossos publicou, na "Plateia", um pedido de correspondência com o pseudónimo "Os Hippies da Selva" ? e que assim se arranjaram algumas "correspondentes" ? Ignoro se alguma dessas relações teve futuro...


terça-feira, 16 de junho de 2009

Lendo ... jornais

No dia 7 do corrente publicou o "Correio da Manhã" uma história surrealista passada em Moçambique no ano seguinte ao da nossa saída... Depois digam se não valeu a pena clicar aqui ...



No Lione...

Devagarinho ... vão aparecendo novas colaborações ! Desta vez o Humberto Afonso, o Chefe das Transmissões, traz-nos algumas "gravuras da época" que nos vão matar saudades!
E, outra vez, o desafio : Quem avança com "histórias" da nossa passagem por Moçambique (ou pela vida militar em geral) ? Uma maneira prática seria nos comentários às mensagens... Sigamos o exemplo do Castro e do Santa, que nos tem deliciado com excelentes prosas... Valeu ?



Esta foto, além da fotogenia do retratado, tem a vantagem de nos mostrar o pormenor do "monumento", evidenciando o "engenho e arte" dos seus executores, nomeadamente o Castro e o Moreira (das Transmissões), na minúcia da escultura do emblema em cimento...
E repare-se como a nossa cozinha era arejada !!! (ASAE precisa-se...)





segunda-feira, 15 de junho de 2009

Recordando...


Bom apetite !!!




sexta-feira, 12 de junho de 2009

Hino da Briosa
Música: Aureliano da Fonseca (Amores de Estudante).
Letra: Vítor Meira

Quero pertencer à Briosa
E ir com ela lá por essas picadas
Mas quero mais
Regressar à Metrópole
E acabar para sempre
Com todas essas cóboiadas

Foi assim a nossa vida
De ciganos ambulantes
A subir e descer serras
Mas agora nesta vila
Nós estamos mais satisfeitos
Não queremos saber de guerras

Quando a tropa terminar
Iremos recomeçar
Uma vida de alegria
Mas havemos de lembrar
O tempo que aqui passámos
Com certa melancolia

Quero pertencer à Briosa
E ir com ela lá por essas picadas
Mas quero mais
Regressar à Metrópole
E acabar para sempre
Com todas essas cóboiadas

Vinte meses de Niassa
Chega e sobra pra fartar
Até o mais guerrilheiro
Mas agora em António Enes
O nosso maior problema
É a falta de dinheiro

Já sofremos muitos dias
Já passámos chuva e frio
Tivemos muita emboscada
Agora queremos dormir
Porque a hora de partir
Já não está muito afastada.

Quero pertencer à Briosa
E ir com ela lá por essas picadas
Mas quero mais
Regressar à Metrópole
E acabar para sempre
Com todas essas cóboiadas

quarta-feira, 10 de junho de 2009

terça-feira, 9 de junho de 2009

Recordando...

Faz agora 41 anos que a jovem 2415 se estreou na parada e desfile do 10 de Junho! O clip que se segue não é o de 1968, mas do ano anterior, mas a figura que fizemos não terá sido muito diferente... Na tribuna estava ainda o Dr. Salazar, que viria a ficar incapacitado poucos meses depois, já connosco em Moçambique!

domingo, 7 de junho de 2009

ISTO É LIONE...... 36 ANOS MAIS TARDE!


Em seguimento ao tema que publiquei anteriormente, hoje aqui deixo mais "curiosidades" dignas de registo. Simplesmente 3 fotos que fazem parte do livro intitulado "Moçambique reencontrado por um combatente", e editado em 2005, pelo já referido "historiador", Manuel Pedro Dias, o tal amigo do nosso Capitão.

O autor chama a atenção para uns vestigios existentes nas paredes. Quem lá os colocou? A nossa ou as companhias seguintes? Alguém decifra?
Não posso deixar de apontar o gozo que me deu verificar a enorme árvore que nasceu dentro daquela casa em ruínas. Seria a caserna?
E também o enorme desenvolvimento que teve a aldeia. Vejam só como o Langa se tornou num grande empresário de retalho!!!! Até parece um shopping !!!
E, para os que desconhecem, posso garantir que a picada do nosso tempo entre Catur e Vila Cabral, deu lugar a uma bela estrada de alcatrão. E esta ehn???

sábado, 6 de junho de 2009

« apanhados do clima»



(do F. Santa)


Boa pontaria ...



(do F. Santa)

"Cantando espalharei..."

Conjunto Privativo da Briosa
no auge da sua carreira !!!


Parte do Instrumental creio que foi oferta do MNF
(do F. Santa)




Ainda em Castelo Branco...

... já devidamente instalados ! (2007)





(Arquivo do A. Baptista)



sexta-feira, 5 de junho de 2009

A Briosa, os Velhinhos e os Checas!!



Olha que jeitosos que eles eram!!!!




O Quintino na caça às rolas!!!!


A Briosa sempre diferente, a roçar até o erudito!! No monumento de Lione, ainda se consegue ler parte da 1ª estrofe do "Canto Primeiro" dos Lusiadas: "Em perigos e guerras esforçados, Mais do que prometia a força humana"!!
Julgo ter sido em 2002 que o Capitão António Amado me deixou curioso ao dizer-me que um amigo que tinha sido militar no Batalhão de Caçadores 1891 em Moçambique, após o regresso dedicou-se a escrever sobre coisas da guerra, acabando por editar um livro chamado "Aquartelamentos do Niassa". Este livro descreve, essencialmente, as forças militares, batalhões e companhias que pisaram e deambularam pelo distrito do Niassa durante aquele periodo.
Nele encontramos, entre as demais, as que nos antecederam e as que vieram depois, através de algumas fotografias e pequenos textos, a CCAV 2415 e os locais por onde passou. Reparem na originalidade de algumas fotos.

Lendo... Fernando Pessoa

O Menino da Sua Mãe

No plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas trespassado-
Duas, de lado a lado-,
Jaz morto, e arrefece.


Raia-lhe a farda o sangue.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.


Tão jovem! Que jovem era!
(agora que idade tem?)
Filho unico, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino de sua mãe.»


Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve.
Dera-lhe a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.


De outra algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço… deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.


Lá longe, em casa, há a prece:
“Que volte cedo, e bem!”
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto e apodrece
O menino da sua mãe.


Fernando Pessoa (publicado em 1926)



quinta-feira, 4 de junho de 2009

Ainda o Convívio de 2007

Matando saudades...




Um segredo ?


(do Arquivo do A. Baptista)





quarta-feira, 3 de junho de 2009


( de F. Santa)

O DIA 5 DE MAIO DE 69


Acabei de ver no nosso site a homenagem ao Srg. Carvalhito e ao Santos. As lágrimas apareceram nos meus olhos. Porquê? Vou contar: Lione, dia 4 á tarde. Era o descanso na companhia. No estádio do Lione realizava-se o jogo de Futebol entre o 3º pelotão e o 4º. Eu era o guarda-redes. Uma bola veio e causou-me uma entorse no meu dedo indicador da mão direita que me impossibilitava dobrar o mesmo. Chegava a noite e eu tinha de ir preparar as coisas com o nosso Capitão, pois no dia seguinte (5) ia com o nosso sargento Carvalhito a Catur. De repente aparece o Santos a dizer que ia em meu lugar porque eu estava aleijado no dedo. O que eu disse que não, mas a força do destino fez com que ele teimasse comigo tantas vezes que eu acabei por ceder, indo ele em meu lugar por troca comigo. Aida me lembro quando estava-mos para deitar o Santos foi buscar uma papelada (não sei onde ele a desencantou) e começou a dizer-me o preço dos funerais para a Metrópole a que eu disse de imediato, cala-te ave agoirenta! Tudo isto foi incrível.
Manhã cedo, o sol nascia e a notícia caía como de uma bomba se tratasse. Eu recordo-me que estava ainda deitado e deitado fiquei como se estivesse paralisado. Não sei descrever o que senti naquele momento, mas sei que ainda hoje quando me lembro, sinto uma angústia profunda por ele ter ido em meu lugar, e penso: Mas porque é que ele teimou comigo? Mas porque não fui eu? Porque tudo aconteceu assim?
Santos, onde queres que estejas, quero que saibas que nunca me esqueci de ti, sempre que falo sobre o ultramar tu estás sempre presente na minha memória o que tu farias se tem sido ao contrário pois tu involuntariamente salvaste-me a vida sacrificando a tua.
Ao escrever estas palavras elas contem a realidade dos factos e servem ao mesmo tempo para te prestar homenagem ao que foste. Que tu estejas em bom lugar na companhia daqueles nossos colegas que também partiram.
É isto que me liga ao dia 5 de Maio de 69. Com certeza alguém se lembra de tudo isto.

Abraços para todos.
Ex. Furr. Santa

Aos saudosos



Sarg. Carvalho e Fur. Santos
que caíram no mês de Maio de 1969

Canção Com Lágrimas

Eu canto para ti um mês de giestas
Um mês de morte e crescimento ó meu amigo
Como um cristal partindo-se plangente
No fundo da memória perturbada

Eu canto para ti um mês onde começa a mágoa
E um coração poisado sobre a tua ausência
Eu canto um mês com lágrimas e sol o grave mês
Em que os mortos amados batem à porta do poema

Porque tu me disseste quem em dera em Lisboa
Quem me dera me Maio depois morreste
Com Lisboa tão longe ó meu irmão tão breve
Que nunca mais acenderás no meu o teu cigarro

Eu canto para ti Lisboa à tua espera
Teu nome escrito com ternura sobre as águas
E o teu retrato em cada rua onde não passas
Trazendo no sorriso a flor do mês de Maio

Porque tu me disseste quem em dera em Maio
Porque te vi morrer eu canto para ti
Lisboa e o sol Lisboa com lágrimas
Lisboa a tua espera ó meu irmão tão breve
Eu canto para ti Lisboa à tua espera...
Seta

Convívio 2007

Do Amândio Baptista, que já em Moçambique era perito em fotografia - quem não se lembra da "Reflex " ? - ficam estes testemunhos para a história...




Creio que este convívio foi em Castelo Branco, alguém me corrija se estiver errado...

terça-feira, 2 de junho de 2009

O segundo aniversário...

... da Companhia foi comemorado em António Enes em Julho de 1970 !!!



A esta "operação" ninguém se baldou ...




segunda-feira, 1 de junho de 2009

REVIVER ALGO DO PASSADO


Se houver alguém que, depois de ler ávidamente este livro, entender que fez parte do enredo da história, eu estou totalmente de acordo!! Foi assim que me senti pois, tanto os factos e os intervenientes ( maior parte veridicos, segundo o autor), como locais e até muitas das vezes todos os restantes sentidos, eu relembrei-os integralmente, mesmo passados tantos anos. Há coisas que a nossa memória não quer esquecer nunca!! Por acaso foi numa guerra ao lado da nossa, mas que assenta, em grande parte, na nossa e na guerra de muitos outros.
Afinal todos conhecemos um Zé Fraga!!